sábado, 18 de setembro de 2010

ROSEANA SARNEY; QUEM DIRIA!!!!!!!!!!

Hoje sábado pela manhã a candidata à reeleição Roseana Sarney, fez corpo a corpo no mercadinho, e segundo informações ela vai esta nesse domingo na feira do Bom Sucesso, (quem diria) digo isso não desmerecendo os feirantes e nem tão pouco os populares que marcam presença nessas duas populosas feiras, mais pela presença da Governadora.

O que o medo de UM SEGUNDO TURNO não faz em gente? Se não estou enganado, a burguesa vem pela primeira fez na feira do Bom Sucesso.

Será que os vereadores que apóiam vão acompanhar-la na feira do Bom Sucesso, hei, é só uma curiosidade viu.

EU NÃO SEI DE NADA

"Toma Bando de Bobos"

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, afirmou hoje de manhã em Campinas que não sabia da atuação de Israel Guerra no governo.

Filho de sua sucessora na Casa Civil, Erenice Guerra, Israel é acusado de fazer lobby em prol de empresas privadas no ministério comandado por Dilma.

"Não tinha nenhum filho da Erenice na Casa Civil. O que tinha lá eram amigos dele [trabalhando no governo]. Se esses amigos cometeram algum delito, lamento a indicação deles, lamento profundamente".

Essa ai aprendeu rápido com o Lulinha, penseeeeeeeee

FILHO DE ERENICE BRAÇO DIREITO DA DILMA 'NOMEOU' AMIGOS PARA CASA CIVIL PASTA DE DILMA

O filho de Erenice Guerra, que perdeu o cargo após acusações de tráfico de influência, levou amigos para trabalhar na Casa Civil quando o ministério era comandado por Dilma Rousseff, candidata do PT à Presidência.

Israel Guerra e dois amigos são apontados por empresários como o "grupo do lobby" que usava uma empresa privada para intermediar reuniões, viabilizar projetos e liberar recursos no governo.

Israel, Stevan Kanezevic, Vinícius Castro e Marcelo Moreto trabalharam juntos na Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). Em seguida, os três amigos do filho de Erenice foram nomeados para ocupar cargos na Casa Civil sob Dilma --quando Erenice, seu braço direito e depois sucessora, era secretária-executiva da pasta.

Vinícius foi nomeado assessor de Erenice Guerra. Stevan é cedido para o Sipam (Sistema de Proteção da Amazônia), subordinado à Casa Civil. Um ano antes, Moreto, que não foi citado por envolvidos no escândalo até aqui, já havia trocado a agência pelo cargo de assessor técnico do Sipam.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

O PT QUE TODO BRASILEIRO SABE SUA FACE, APENAS SE ENGANAM COM LULA E DILMA, OU ELES NOS ENGANAM????


O que se espera agora sobre as investigações de tráfico de influência na Casa Civil, para usar um termo da moda, é que haja uma transparência republicana. Que elas cheguem a um fim no Ministério Público e na Polícia Federal.

Erenice substituta de Dilma ocupava o cargo mais importante do governo. Nada chega ao presidente sem passar pelo gabinete civil, que também participa da coordenação com ministérios e estatais. Isso dá uma medida do poder que envolve o cargo e do equilíbrio e retidão acima de qualquer suspeita que precisam pautar as atitudes de quem está na antessala do presidente.

No entanto, mesmo sem considerar se os indícios, as suspeitas e as denúncias são ou não são verdadeiras, a sucessão de episódios já revela um axioma, uma verdade que não requer comprovação: que a ministra não foi rigorosa na obediência ao preceito constitucional que estabelece que a administração pública obedecerá ao princípio da impessoalidade.

Com filhos, irmãos e parentes a fins em cargos públicos de confiança, sem concurso e inclusive acumulando cargos, não há dúvidas de que houve uma personalização em torno da matriarca. E para que não parecesse que a ministra havia sido posta para fora, o governo e Erenice combinaram que ela sai para comprovar inocência.

No entanto, a própria carta de demissão ao presidente é reveladora. Está lá escrito: "Solicito, em caráter irrevogável, que aceite meu pedido de demissão". Ora, ninguém impõe um caráter irrevogável ao presidente, que é dono do cargo, a menos que saiba que a saída é inevitável.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

SE GRITAR PEGA LADRÃO, NÃO FICA HUM MEU IRMÃO


GOVERNO DO DF EXONERA FILHO E IRMÃO DE ERENICE DE CARGOS DE CONFIANÇA

O governador do Distrito Federal, Rogério Rosso, divulgou nota nesta quinta-feira (16) anunciando a exoneração de Israel Guerra, filho de Erenice Guerra, e José Euricélio Alves de Carvalho, irmão da ex-ministra, dos cargos de confiança que ocupavam na Companhia Imobiliária do Distrito Federal (Terracap) e Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), respectivamente.

CONSULTOR DIZ QUE DINHEIRO PAGARIA 'DÍVIDAS DE DILMA, ERENICE E HELIO COSTA'

GOVERNO DA ROBALHEIRA
O empresário Rubnei Quícoli, de 49 anos, que acusa pessoas ligadas a ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra de tráfico de influência e cobrança de propina, disse ao G1, em entrevista na tarde desta quinta-feira (16), que parte do dinheiro que o grupo tentava arrecadar para interceder por um empréstimo junto ao BNDES tinha como objetivo saldar dívidas da candidata à Presidência Dilma Rousseff, de Erenice e do ex-ministro e candidato ao governo de Minas Gerais Hélio Costa.

PT DE LULA E DILMA (VERGONHA NACIONAL) E O POVO COMO FICA?


'FIQUEI HORRORIZADO DE TER DE PAGAR' COMISSÃO A FILHO DA MINISTRA ERENICE DO GOVERNO LULA, SUBSTITUTA DE DILMA DIZ EMPRESÁRIO.


O empresário Rubnei Quícoli disse que ficou "horrorizado" e se sentiu "lesado" ao receber a proposta de contrato da Capital Consultoria, empresa que pertence a um filho da ministra da Casa Civil, Erenice Guerra. A seguir, trechos de uma das entrevistas que o consultor deu à Folha.


Folha - Quando e como você foi apresentado à empresa Capital?


Rubnei Quícoli - Me foi apresentado o Marco Antonio [ex-diretor dos Correios]. Ele ficou durante um tempo como diretor dos Correios e me trouxe o [sobrinho dele, que trabalhava na Casa Civil] Vinícius, onde foram viabilizados esses e-mails para poder ir para a Casa Civil para demonstrar esse projeto.


É lógico que o pessoal viu o tamanho do investimento e todo mundo criou uma situação favorável para ele, em termos de participação e intermediação. Acho que todo mundo que trabalha tem direito a alguma coisa, mas dentro de uma coisa normal.


Estive na Casa Civil junto com a Erenice, que era a secretária-executiva da Casa Civil. A Dilma não pôde me receber, estava com outros afazeres. Ela sabe do projeto, recebeu em 2005, se não me engano. O documento foi encaminhado para o MME [Ministério de Minas e Energia].


Houve essa reunião com a Erenice, que encaminhou isso para a Chesf. A Chesf teve reunião conosco, me parece que um deles teve problema de saúde, isso acarretou todo esse tempo em que aconteceu esse contrato de participação, de intermediação.


Eu fiquei horrorizado de ter que pagar R$ 40 mil por mês para eles terem um favorecimento de acesso. Para que eu vou pagar se não vai sair [o crédito]? Eles diziam que iria sair, para dar sustentação e eu pagar os R$ 40 mil. E eu decidi com [os sócios] o Aldo e o Marcelo não pagar nada e esperar ver.


Quando você conversou com o Vinícius, ele se apresentou como da empresa Capital?
Não, ele disse que iria me levar para o escritório que daria a sequência do trabalho, que precisaria do escritório para dar manutenção, assessoria e consultoria para a gente não ficar desprotegido.


Erenice prometeu fazer algo?


Ela se colocou num patamar assim: "Vou ver onde eu coloco isso". Ela colocou que a Chesf seria a empresa recomendada porque está no Nordeste. Nessa condição ela agiu corretamente. Até então eu nem sabia da existência da Capital, para mim o negócio estava sendo direcionado ao governo. Eu não sabia que existia propina no meio, contrato, que eu teria que pagar. Não dá para entender a pessoa deixar um filho [Israel Guerra] tomar conta de um ministério. É um projeto que foi investido muito dinheiro para parar por conta de propina.


O senhor recebeu e-mail com cobrança. O que queriam?


A ideia principal era amarrar o aporte e a manutenção de R$ 40 mil para eles porque era final de ano. A gente sabe como funciona Brasília. Eles [a Capital] queriam receber antecipadamente uma mensalidade para poder se manter. Quem está fazendo uma intermediação de R$ 9 bilhões e vai se preocupar com R$ 40 mil por mês? Não dá para entender.


Como você reagiu quando pediram dinheiro?


Eu mandei, desculpe a expressão, para a puta que o pariu. Falei: "Vocês estão de brincadeira?" [Disse] que não assinava nada.


Em que momento o Israel apareceu, o que aconteceu depois?


Isso foi informação do Marco Antônio. Ele falou que precisava de R$ 5 milhões para poder pagar a dívida lá que a mulher de ferro tinha. Que tinha que ser uma coisa por fora para apagar um incêndio.


Quem era a mulher de ferro?


A mulher de ferro é a Dilma e a Erenice, as duas. Não sei quanto é a dívida de uma e de outra. Eu sei que a Erenice precisava de dinheiro para cobrir essa dívida. O Marco Antônio é que pediu. Eu falei: "Eu não vou dar dinheiro nenhum. Eu estou fazendo um negócio que é por dentro e estou me sentindo lesado".


Aí o Marco Antônio falou: "O Israel, filho da Erenice, bloqueou a operação porque você não deu o dinheiro". Isso é a palavra do Marco Antônio. Eu respondi: "Não tenho conversa com bandido". Isso aconteceu há três meses. Foi o último contato com eles.


Você esteve com o Israel?


O encontro foi no escritório do Brasília Shopping. O Israel nunca pediu nada porque eu não dei chance. Eu não sabia que ele era filho da Erenice. Soube pelo Marco Antônio. Quanto à atitude dele, barrar um negócio desses por conta do dinheiro me deixou totalmente nervoso, com atitude até agressiva.