terça-feira, 19 de abril de 2011

ÓDIO AGENTE VER NELE...............

-Bom dia senhor Ódio, como está hoje?
-Bom dia, senhor Amor. Hoje ando muito mal, muito mal mesmo!
-E porquê? Morreu-lhe alguém da sua família, se é que tem família.
Ódio, olhou para Amor com um ar de desprezo e carrancudo, como é hábito, respondeu:
-Com certeza que tenho família, tenho os meus irmãos espalhados no mundo inteiro e não morreu ninguém da minha família.
O Amor fixou o Ódio nos olhos e perguntou:
-Então porquê, está assim tão carrancudo?
-Porque hoje ainda não encontrei ninguém para odiar, tudo simplesmente e já é quase meio-dia, isto não é normal, algo me diz que você, Amor, está por detrás desta crise com a sua mania de amar toda a gente.
Amor começou a rir às gargalhadas da reflexão do Ódio.
-Mas com certeza que sempre farei o possível para o fazer sofrer, senhor Ódio. Estou mesmo convencido que ainda conseguirei um dia, o converter.
Ódio não gostou mesmo nada do que Amor acabara de dizer.
-Você já me viu, eu, Ódio, amar alguém? Era o que faltava, era a mesma coisa como se morresse.
-Mas eu não tenho intenção de o matar, Ódio, sei, isso sim, que continuo a me bater para que você, Ódio, desapareça da face desta terra onde todos temos anseio de viver com amor, fraternidade e paz.
Foi a vez de Ódio desatar a rir e a bom rir.
-Mas Amor, isso só pode acontecer em sonho, na vida real isso nunca pode acontecer. Só com Amor não haverá Ódio, mas só com Ódio, não haverá Amor, como vê, precisamos um do outro para equilibrar o sistema de vida.
Por vezes eu sonho que sou Amor e acordo em sobressalto, aos gritos. Não... não... quero ser Ódio, quero ser ódio, abro os olhos e como fico contente. Nunca sonhou, Amor, de ser ódio?
-Não, nunca sonhei que sou Ódio. Sonho também, claro, mas sonho que sou amor, que o mundo é um mundo de amor, vejo o amor cair das nuvens como gotas de água pura que nos refresca e acordo, acordo feliz, mesmo sabendo que não foi que um sonho..
-Bom, Amor, consigo não aprendo nada e antes que te comece a odiar... adeus, até um dia.
-Até jamais, disse o amor
E lá se foram virando as costas um ao outro.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Hospital Socorrão Melhora Atendimento Em Imperatriz

Imperatriz - A demanda pelos serviços do Hospital Municipal de Imperatriz (HMI) continua crescente. 2010 encerrou com um número recorde de atendimento: 157.417 pacientes e, tudo indica que em 2011 esse número será ultrapassado. Segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde, em Janeiro passaram pelo pronto socorro adulto e infantil 16.700 pacientes. Na gestão anterior, no mês de maior movimento, o número não chegou a dez mil pacientes/mês Neste mês, até o último dia 12, os registros apontavam o atendimento de 6.680 pacientes o que demonstra que a demanda só tende a aumentar. Segundo a secretaria de saúde Conceição Madeira o número de pacientes tem aumentado, mas os recursos que a cidade recebe para o custeio do sistema continua o mesmo de quatro anos atrás. Não chega a cinco milhões de reais. Os últimos números aferidos pela direção do Hospital Municipal atestam que 50% dos pacientes internados ali são de outras cidades, algumas sem nenhum tipo de pactuação com o município. Isso quer dizer que o imperatrizense termina bancando, sem, retorno algum, o tratamento médico deles Entre os 400 pacientes internados no Hospital Municipal entre os dias 22 e 28 de fevereiro, os registros mostram gente até com endereço em Brasília (DF) e Juazeiro (CE.) Também já houve registros de pacientes vindos de Belém (PA) e do distante Estado de Roraima Os diretores do hospital atribuem o aumento da demanda à crise no atendimento da atenção básica na rede de saúde da maioria dos municípios da região. “ É mais fácil investir na compra de uma ambulância e mandar todo tipo de procedimento para Imperatriz, do que na contratação de médicos e na manutenção de unidades de saúde” assinalou o diretor geral do municipal Alison Mota. Atendimento melhorou- Mesmo com os eventuais problemas o atendimento no municipal melhorou. “ É certo que ás vezes o que ganha destaca na mídia são só os casos de alguém que, por um ou outro motivo ficou insatisfeito, mas o número de satisfeitos é infinitamente maior do que o contrário” garante o diretor Alison Mota. Unidades Mistas- Para diminuir a pressão no Hospital Municipal a Secretaria de Saúde iniciou o processo de transformação de algumas unidades de saúde em Unidades Mistas, é o caso do Posto de Saúde Milton Lopes, Nova Imperatriz, da Vila Cafeteira. Nessas unidades é possível a realização de procedimentos que em regra, na maioria das vezes, é levado para o Municipal. O diretor geral do hospital assinala que essa medida adotada pela secretaria de saúde é importante porque os casos de uma dor de cabeça, uma crise de pressão e até pequenas suturas, não haverá mais a necessidade do deslocamento até o hospital. “A estrutura é bem melhor do que antes” assinala Conceição Madeira Para a secretaria de saúde Conceição Madeira, apesar dos problemas ainda a serem enfrentados, a estrutura do Hospital Municipal está bem melhor do que antes. “ Basta comparar ” sentencia. Não têm sido poucos os investimentos, conforme a secretaria, feitos no Hospital Municipal, incluindo a unidade infantil, na gestão do prefeito Sebastião Madeira. Conceição assinala pelo menos 92 ações realizadas até agora para melhorar o atendimento e prestar um bom serviço “Mesmo assim, ainda temos muitos problemas” assume a secretaria. Foram introduzidas na estrutura do hospital melhorias que garantem ao paciente um maior conforto, antes, e depois de ser atendido. “Na nossa gestão já implantamos duas enfermarias especiais totalmente climatizadas. Uma, em parceria com a iniciativa privada, foi a clinica urológica que proporciona maior comodidade aos pacientes urológicos, geralmente idosos. A outra, é destinada aos pacientes com HIV, que passaram a ter um tratamento mais humanizado” informa Conceição Madeira. Uma medida importante foi a implantação, com recursos do Ministério da Saúde, de sete UTIS (Infantil). Ainda restam três, para completar o número exigido pelo Ministério Público e ainda a instalação de mais dez adultas que ainda não foram montadas por problemas de ordem técnica e que “estamos em vias de superar” destaca Conceição. A secretária de saúde é categórica ao afirmar que “ tivemos significativos avanços, quanti e qualitativamente tanto do Hospital Municipal quanto na rede de saúde pública de Imperatriz. No caso do Hospital é só comparar como era antes e o que é agora. O Hospital Municipal é a vitrine, mas melhoramos também o atendimento nos postos de saúde “Agora mesmo estamos equipando todos eles” informou Para Conceição Madeira o grande problema da saúde pública, aqui e, em qualquer outra cidade do Brasil, como mostrou recentemente o Globo Repórter, é o custeio. Segundo ela, se fosse só para atender aos pacientes da cidade não haveria tantos problemas; a questão é que há tempos a saúde de Imperatriz deixou de ser municipal para ser regional. Pressão –Munida de um amplo relatório a secretária informou das gestões feitas por ela e pelo prefeito Madeira perante o Governo do Estado e o próprio Ministério da Saúde para aumentar os recursos da saúde. Na sexta-feira (15) informa ela, o prefeito voltou a sentar com o secretário de Estado da Saúde Ricardo Murad. “Em nível de Estado, pelo menos retomamos o assento da Comissão Intergestores Bipartite, e com isso nossas reivindicações ganharam mais força; e espero que breve surjam os resultados”

sexta-feira, 15 de abril de 2011

REPRESENTAÇÕES REGIONAIS

SECRETÁRIO NACIONAL E CHICO PLANALTO
Brasília – Num esforço para ampliar a sua presença no País a Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec), do Ministério da Integração Nacional, passará a contar com cinco escritórios de apoio nas diversas regiões do país. A medida foi anunciada nesta quarta-feira (13/04), pelo secretário Humberto Viana, na plenária de encerramento do Primeiro Seminário Internacional sobre Gestão Integrada de Risco e Desastre, realizado entre os dias 11 e 13 no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, com apoio do Banco Mundial. Outros pontos que podem dar mais eficiência às ações da defesa civil, citados pelo secretário, são o aprofundamento na formação de grupos de voluntariados; definições mais claras nas responsabilidades entre governos municipais, estaduais e federal; criação da carreira de defesa civil; inclusão da disciplina de defesa civil no ensino fundamental; criação do novo Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad); e realização de operações simuladas para treinamento dos agentes. Falando para uma platéia de cerca de mil pessoas, na maioria profissionais de defesa civil de todo o País, Humberto Viana afirmou ter consciência das “resistências que iremos enfrentar para levar adiante as mudanças que estamos propondo, mas é preciso compreender o papel de cada de um nós. Eu estou aqui para comandar o meu time, e o meu time é o da Defesa Civil Nacional”. Emocionado, ele finalizou sua palestra dizendo que “essa é a nossa agenda. O que precisamos é unir nossos esforços. Vamos em frente e que Deus nos dê capacidade e sabedoria para a nobre missão”.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

PREFEITO PODE PERDER MANDATO

O prefeito de Dom Cavati (MG), na Região do Vale do Rio Doce, a 280km de Belo Horizonte, assume em vídeo postado no site YouTube que é analfabeto, e pode vir a perder o mandato. Em discurso feito durante a festa de aniversário da cidade, postado em 24 de março no site, Jair Viana (DEM) comete erros de concordância e de conjugação verbal. "Comprei um ′diproma`, eles me deram o maior trabalho, sou analfabeto mas sei trabalhar", afirma o prefeito. Como a legislação eleitoral não permite que pessoas que não sabem ler e escrever concorram a cargos públicos, Jair Viana pode ter o poder ameaçado. Desde julho de 2009, um processo pedindo a cassação do prefeito está em tramitação na Justiça Eleitoral. No Tribunal Regional Eleitoral (TRE), o autor da ação é Petro Sobrinho (PT), que ficou em segundo lugar para o cargo de prefeito do município, nas eleições de 2008. O processo também está em andamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Seminário Debate as Experiências Brasileiras Na Gestão De Risco e Desastres


Brasília – Depois das experiências internacionais na gestão de risco e desastres, objeto das exposições de ontem (12/04), no Seminário sobre o assunto que está sendo realizado no Centro de Convenções, hoje foi a vez de mostrar o que está sendo feito no Brasil em termos de boas práticas na preparação e resposta nas ocorrências de desastres. A mesa “A experiência brasileira na gestão de riscos e desastres: diagnóstico e propostas da Primeira Conferência Nacional de Defesa Civil e Assistência Humanitária por uma Ação Integral e Contínua levou aos mais de 1.500 participantes do evento os relatos de desastres recentes e a atuação das respectivas defesas civis nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. As exposições foram coordenadas pelo presidente do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronômia (Confea), Marcos Túlio de Melo. O coronel Jerri Andrade, da Defesa Civil do Rio, abordou o desastre da região serrana fluminense no início do ano, cujos deslizamentos e enchentes mataram perto de mil pessoas e deixaram milhares de desabrigados e desalojados. Segundo ele, uma combinação de ocupação desordenada dos morros, meteorologia e topografia foi o que ocasionou a tragédia. A mobilização dos órgãos de defesa civil do Estado e dos municípios atingidos, que se deu imediatamente após o desastre, conforme explicou o coronel, teria evitado danos ainda maiores. “O que nos permitiu a pronta resposta foi a conjugação de esforços e a integração do Sistema de Defesa Civil, que passou por uma ampla reestruturação em 2007”, ressaltou o militar carioca. As experiências de São Paulo foram mostradas na exposição do coordenador estadual de Defesa Civil, Adnir Gervásio Moreira, que falou das ações prioritárias para o setor, como ampliação do número de municípios abrangidos por planos preventivos; atuação sistêmica com atenção na prevenção; estímulo à implantação dos Planos Municipais de Defesa Civil; formação de núcleos especiais em comunidades que ocupam áreas de risco, entre outros. Ele também destacou a proposta do Estado em incluir a disciplina de defesa civil na grade curricular das escolas e a criação do sistema integrado de defesa civil possibilitando a comunicação com os mais de 600 municípios paulistas. O Rio Grande do Sul usou como exemplo as ações desenvolvidas no apoio aos 21 municípios da metade sul do Estado castigados por uma seca que já dura sete meses. O major Oscar Moiano, da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, lembrou que as atividades se concentraram principalmente na obtenção de água para abastecimento das milhares de famílias que vivem nos assentamentos rurais da região. As primeiras medidas, implementadas com recursos repassados pela Secretaria Nacional de Defesa Civil, foram a perfuração de poços artesianos, distribuição de caixas d’água e filtros para as moradias, cestas de alimentos e fornecimento de água com a utilização da “viniliq-pipa”, bolsa de vinil com capacidade para até 5 mil litros e transportada por veículos de médio porte. Fechando a mesa o professor Antônio Edésio Jungles, do Centro de Estudos de Prevenção e Desastres da Universidade Federal de Santa Catarina Ceped/UFSC), fez um panorama dos desastres no Brasil (secas, chuvas intensas, ciclones, deslizamentos) e falou da necessidade da criação de um centro de alerta de gestão de risco e desastre como política de Estado. Para ele a gestão do risco deve ser pensada de uma forma contínua. Outros pontos destacados na exposição foram a necessidade de levar a prevenção para dentro das escolas e a preparação para fazer a recuperação do indivíduo impactado, e não apenas dos danos materiais. Segundo o professor Antonio Jungles “gerenciar o futuro é possível, mas as decisões têm que ser tomadas agora”.

terça-feira, 12 de abril de 2011

DEFESA CIVIL NACIONAL

Teve inicio no dia (11) ás 11 horas da manhã com uma reunião no ministério da Integração Nacional a convite do ministro Fernando Bezerra Coelho e do secretário nacional de defesa civil Humberto Viana, reunião essa com os coordenadores estaduais de defesa civil, comandantes estaduais de corpo de bombeiros, convite estendido ao coordenador municipal de Imperatriz Maranhão Francisco das Chagas Silva (Chico Planalto).

O secretário nacional de defesa civil abriu a reunião solicitando a apresentação de cada autoridade presente e sua localidade, após as apresentações o ministro da Integração Nacional fez uma explanação do significado e objetivos do I seminário Internacional SOBRE GESTÃO INTERGRADA DE RISCO E DESASTRES, em seguida finalizou sua fala e passou os trabalhos para a coordenação do secretário nacional de defesa civil.

O secretário nacional de defesa civil Humberto Viana no inicio da sua fala conclamou apoio de todos os 27 coordenadores estaduais de defesa civil na árdua tarefa e de grande responsabilidade, que é fazer grandes transformações na maneira de se fazer defesa civil no Brasil, solicitou um maior intercambio dos coordenadores estaduais com os coordenadores municipais, agradeceu a presença de todos os presentes.

Após longo debate por todos os presentes às 14 horas foi encerrada a reunião e o secretário nacional convidou a todos para um almoço e reforçou o convite para a abertura oficial do I seminário às 20 horas no centro de convenções Ulisses Guimarães.

Vale ressaltar que nós da defesa civil de Imperatriz estávamos na companhia do comandante geral do corpo de bombeiro e coordenador estadual de defesa civil do maranhão o Coronel Marcos Paiva.

Especialista da Colômbia e Itália mostram experiências de seus países em Defesa Civil

Brasília - Cerca de 1.500 pessoas dentre autoridades, bombeiros, militares das forcas armadas, agentes municipais, cientistas, administradores públicos, coordenadores estaduais, municipais e profissionais do Sistema Nacional da Defesa Civil participam do segundo dia do Seminário Internacional sobre Gestão Integrada de Riscos e Desastres. Realizado pela Integração Nacional, em parceria com o Banco Mundial, o evento é uma troca de experiências internacionais com o intuito de aprimorar e adequar o Sistema Nacional de Defesa Civil Brasileiro. Na manhã desta terça-feira (12/04), o engenheiro colombiano e, doutor em Gestão Integral de Riscos, Omar Dario Cardona, abriu sua palestra exibindo os principais desastres que afetaram a Colômbia como o Terremoto de Popayán em 1983, Monserat no Caribe em 1997, El Salvador em 1991. “E o questionamento que faço é o seguinte: em quanto poderíamos aumentar porcentagem de vidas salvas com o uso de tecnologia mais eficazes?” Outro ponto destacado pelo especialista foi à distinção entre risco e desastre. “Risco significa a possibilidade que um evento perigoso aconteça. Há uma predisposição a susceptibilidade que os elementos opostos possam ocorrer. Já o desastre é um problema do desenvolvimento como elemento ambiental, ou sócio-natural”, explicou. Itália – Na sequência, o Sistema Civil de Proteção Italiano foi o tema da palestra ministrada pelo diretor da Proteção Civil Italiana, Giovani de Siervo, que fez uma apresentação geral do Departamento Civil de Proteção Italiano, criado devido a um grande desastre ocorrido no país, em novembro de 1980, sendo até hoje utilizado no País. “O Sistema é absurdamente complexo, não só do ponto de vista da logística, mas também devido aos números elevados de agregados”, explicou ele. Todos os ministérios italianos fazem parte do sistema, que abrange municípios, províncias e regiões. Cada departamento civil italiano possui quatro tarefas essenciais: mitigação, alerta, resposta e recuperação. Segundo Siervo, o Comitê Operacional do Sistema de Proteção Italiana é composto pelos Ministérios, Departamento Civil de Proteção, Corpo de Bombeiro, Exército, Polícia, Guarda Florestal, entre outros. “Em caso de desastres o Centro Funcional Italiano é acionado. Dessa forma, todos os atores ativos participam de vídeo-conferência em tempo real. As tomadas de decisões são simultâneas. E isso facilita a articulação dos agentes e colaboradores para agilidade das ações de assistências”, afirmou diretor. De acordo com Giovani de Siervo, os parceiros são fundamentais para a construção de uma Defesa Civil atuante e integrada, como o Banco Mundial e as empresas privadas. “Sabemos que a única forma de aprimorarmos nosso Sistema Civil de Proteção é a troca de experiências entre os países”, ressaltou Siervo.