Pelas previsões da metereologia as chuvas devem cair em nossa cidade e região ate na segunda quinzena de maio, prova é as forte e constantes pancadas de chuvas, qual chega derrepente e de forma muito forte, qual deixa um extrago danado nas ruas e avenidas da nossa cidade, obrigando a prefeitura repetidamente fazer e refazer os reparos ocasionados pela as aguas.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
Acidente com ônibus do cantor Lairton deixa 4 mortos
SÃO LUÍS - Quatro pessoas morreram em um grave acidente na estrada que liga Poço Redondo a Canindé de São Francisco, em Sergipe, no fim da tarde desta segunda-feira (2). A colisão envolveu uma ambulância do município de Canindé de São Francisco, no sertão de Sergipe, e um ônibus, que seria do cantor maranhense Lairton e seus Teclados.
De acordo com um site de Sergipe, os mortos estavam na ambulância. Segundo testemunhas, o ônibus do cantor bateu no fundo da ambulância. Com o impacto o veículo girou e bateu em um ônibus que passava pelo local.
As vítimas estavam na ambulância. O empresário do cantor, Gilmar Medeiros, informou por telefone, que o motorista seguia sozinho no ônibus para Aracaju, e que o condutor da ambulância perdeu o controle da direção e bateu no ônibus.
Lairton, ainda segundo o empresário, está em Recife, de onde segue hoje para o Rio de Janeiro.
De acordo com um site de Sergipe, os mortos estavam na ambulância. Segundo testemunhas, o ônibus do cantor bateu no fundo da ambulância. Com o impacto o veículo girou e bateu em um ônibus que passava pelo local.
As vítimas estavam na ambulância. O empresário do cantor, Gilmar Medeiros, informou por telefone, que o motorista seguia sozinho no ônibus para Aracaju, e que o condutor da ambulância perdeu o controle da direção e bateu no ônibus.
Lairton, ainda segundo o empresário, está em Recife, de onde segue hoje para o Rio de Janeiro.
“O matadouro na gestão Madeira é outro”, garante diretor
A satisfação dos funcionários do Matadouro Municipal de Imperatriz é visível. Tradicionalmente visto como uma dor de cabeça para os gestores do município, o Matadouro de Imperatriz foi totalmente reformado nos últimos dois anos e, hoje, atende a todas as exigências da Vigilância Sanitária para seu total funcionamento.
Antes de ser reformado, o Matadouro de Imperatriz tinha péssimas condições de salubridade e seria facilmente interditado em caso de vistoria da Vigilância Sanitária. O local, no entanto, foi totalmente reformado pela Prefeitura Municipal de Imperatriz e, agora, a realidade é outra.
Desde o início da atual gestão, o matadouro passou por avanços significativos. Foram reformas, ampliações e uma enorme reestruturação. O local ganhou pistolas de insensibilização, que reduz o sofrimento do animal na hora do abate, e uma caixa d’água de 80 mil litros.
O diretor responsável pelo Matadouro, José Jales, o popular “Carrapicho”, fez um comparativo do momento atual do local com a situação vivenciada anteriormente. “Quando pegamos o matadouro, ele não tinha higiene alguma. Tudo estava para ser feito. Do que havia aqui antes nós só aproveitamos as quatro paredes do prédio, todo o resto foi feito [depois]. O matadouro da gestão Madeira agora é outro”, assinala o diretor.
Toda a estrutura interna do Matadouro foi reconstruída. O local ainda ganhou uma lagoa de decantação com guincho e tanque de sangria, além da reconstrução das plataformas. Para José Carlos, hoje não se pode mais falar em Matadouro Municipal. “O matadouro municipal hoje não é um matadouro municipal, ele pode ser considerado um frigorífico municipal”, argumentou.
Funcionário do Matadouro há 30 anos, Francisco Gilmar também recorda a situação vivenciada por ele antes da reforma do Matadouro.
“O Matadouro, há 30 anos, que é o tempo que eu tenho de serviço [aqui], tinha uma realidade totalmente diferente. Tivemos uma mudança de uns 300%. De dois anos para cá, na gestão do prefeito Madeira, [o matadouro] modificou totalmente, ficou irreconhecível em relação ao que era antes. Tudo para melhor. Quem esteve aqui há dois anos e meio e chegar aqui hoje vai ficar assustado, talvez nem reconheça o matadouro. Tudo moderno, tudo nos padrões frigoríficos, todo padronizado”. Para ele, uma das melhoras mais sentidas pelas pessoas que visitam o local é o fim do mau cheiro.
Capacitação
Mas a estrutura não é a única preocupação do prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira, com o local. Agora, o município vai oferecer curso de capacitação para os funcionários do matadouro, o que os torna aptos a realizar o trabalho em qualquer matadouro do país. Além disso, eles serão equiparados a funcionários do município e já trabalham com todos os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) exigidos.
O resultado final de todas as melhorias é sentida pelo consumidor, que passa a usufruir de um produto de melhor qualidade e, higienicamente, dentro das normas estabelecidas pela Vigilância Sanitária. (Comunicação)
domingo, 1 de maio de 2011
HOJE DIA 1 DE MAIO COMPLETO MAIS UMA ÉTAPA DA MINHA VIDA
"Deus fez os abismos para que o homem compreendesse as montanhas. Fez o fogo para que o homem valorizasse as águas. E fez a minha pessoa para que com Êle descobrisse a vida que há pela frente e encontrasse a felicidade. Portanto... Serei sempre Feliz, pois cada Ano que completo é sem duvida um obstaculo que DEUS me ajudou a superar. Tenho plena convicção que assim será por muitos e muitos Anos, parabens pra me afinal são 43 Anos de vida"
sábado, 30 de abril de 2011
Mais forte do que o crack, óxi chega a São Paulo após se espalhar por dez Estados
Ainda desconhecido pela maioria da população, o óxi ou oxidado, uma droga parecida com o crack, só que mais devastadora, já se espalhou por dez Estados do país e recentemente chegou a São Paulo. Assim como o crack, o princípio ativo do óxi é a pasta base da folha de coca. Enquanto o crack é obtido a partir da mistura e queima da pasta base com bicarbonato de sódio e amoníaco, no óxi são utilizados cal virgem e algum combustível, como querosene, gasolina e até álcool de bateria --substâncias que barateiam o custo do entorpecente.
O óxi é inalado ou fumado, assim como o crack, na lata ou no cachimbo. A droga é produzida na Bolívia e no Peru e começou a entrar no Brasil em 2005 pelo interior do Acre. Em pouco tempo, chegou a Rio Branco, onde atualmente há um número elevado de usuários, e se espalhou para outras capitais da região Norte, como Manaus (Amazonas), Belém (Pará), Macapá (Amapá) e Porto Velho (Rondônia).
Nos últimos meses, houve apreensões e registros de usuários em Goiás, Distrito Federal, Pernambuco, Mato Grosso do Sul e Piauí --onde foram confirmadas 18 mortes só neste ano por conta do uso do óxi. Há rumores da circulação da droga no Mato Grosso, Maranhão e Paraná, embora não haja registros oficiais.
A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), subordinada ao Ministério da Justiça, informou que pesquisadores do órgão registraram a circulação da droga em Santos (SP), mas não forneceu mais detalhes. Na capital, não há registros de usuários de óxi no SUS (Sistema Único de Saúde), segundo a Secretaria de Estado da Saúde. A Secretaria Municipal da Saúde da capital paulista, que faz um trabalho com usuário de drogas na Cracolândia, região central, também afirma não ter encontrado a droga.
Oficialmente, o Denarc (Departamento de Investigações sobre Narcóticos) da Polícia Civil ainda não fez apreensões da droga. Segundo o órgão, no entanto, o óxi já pode ter sido apreendido, mas não foi diferenciado em razão de sua semelhança com o crack. A maior diferença na aparência entre as duas drogas é a cor mais amarelada do óxi, enquanto a pedra do crack é mais clara.
O óxi é inalado ou fumado, assim como o crack, na lata ou no cachimbo. A droga é produzida na Bolívia e no Peru e começou a entrar no Brasil em 2005 pelo interior do Acre. Em pouco tempo, chegou a Rio Branco, onde atualmente há um número elevado de usuários, e se espalhou para outras capitais da região Norte, como Manaus (Amazonas), Belém (Pará), Macapá (Amapá) e Porto Velho (Rondônia).
Nos últimos meses, houve apreensões e registros de usuários em Goiás, Distrito Federal, Pernambuco, Mato Grosso do Sul e Piauí --onde foram confirmadas 18 mortes só neste ano por conta do uso do óxi. Há rumores da circulação da droga no Mato Grosso, Maranhão e Paraná, embora não haja registros oficiais.
A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), subordinada ao Ministério da Justiça, informou que pesquisadores do órgão registraram a circulação da droga em Santos (SP), mas não forneceu mais detalhes. Na capital, não há registros de usuários de óxi no SUS (Sistema Único de Saúde), segundo a Secretaria de Estado da Saúde. A Secretaria Municipal da Saúde da capital paulista, que faz um trabalho com usuário de drogas na Cracolândia, região central, também afirma não ter encontrado a droga.
Oficialmente, o Denarc (Departamento de Investigações sobre Narcóticos) da Polícia Civil ainda não fez apreensões da droga. Segundo o órgão, no entanto, o óxi já pode ter sido apreendido, mas não foi diferenciado em razão de sua semelhança com o crack. A maior diferença na aparência entre as duas drogas é a cor mais amarelada do óxi, enquanto a pedra do crack é mais clara.
EFEITOS E DANOS AO ORGANISMO
A pasta base é feita a partir da trituração da folha de coca, encontrada nos países andinos (Bolívia, Peru, Colômbia e Equador). Para obter a pasta base, utiliza-se ácido sulfúrico e outros componentes tóxicos. No óxi, a pasta base é misturada com combustível e cal virgem, componentes corrosivos e extremamente danosos ao organismo.
A droga inalada chega ao cérebro entre 7 e 9 segundos, apenas, e acelera o metabolismo do usuário, causando sensações de euforia, depressão, medo e paranoia. Diferente da cocaína, os efeitos duram pouco tempo, no máximo 10 minutos. Essas circunstâncias obrigam o drogado a inalar o óxi repetidamente para manter o “barato”, o que aumenta as agressões ao organismo.
De acordo com o psiquiatra Pablo Roig, diretor de uma clínica particular de recuperação de drogados, o que torna o óxi mais letal que o crack é, em primeiro lugar, os componentes adicionais --cal e combustível-- e, em segundo, a quantidade do princípio ativo da cocaína, que no óxi é de 60% do composto, um pouco superior ao encontrado no crack.
“São substâncias com alta toxicidade, que causam dificuldades na respiração, fibroses e endurecimento do pulmão. Afetam o sistema cardiorrespiratório e promovem uma vasoconstrição muito intensa. Muitos usuários têm perda de consciência, o que leva a uma parada cardíaca e ao coma”, afirma o médico.
A maioria dos usuários intercala as inaladas com doses de álcool para controlar a sensação de abstinência causada pela droga, o que ataca o fígado e o sistema digestivo, fazendo com que os usuários tenham diarreia e vômito. Muitos usuários de óxi apresentam aparência amarela por conta dos efeitos da droga no fígado.
“O álcool com a substância da cocaína forma o cocaetileno, que pode provocar esteatose hepática (gordura no fígado) e cirrose”, diz Roig. O cocaetileno também é uma substância tóxica para o miocárdio, o que pode também provocar morte súbita.
Ainda não há um estudo sobre a letalidade do óxi. Nos próximos dias, a Fundação Oswaldo Cruz, em parceria com o Ministério da Justiça, divulgará um amplo estudo sobre o crack que também deve abordar o óxi. No entanto, segundo o delegado do Denarc, em média 30% dos usuários da droga não sobrevivem após um ano de uso.
A droga inalada chega ao cérebro entre 7 e 9 segundos, apenas, e acelera o metabolismo do usuário, causando sensações de euforia, depressão, medo e paranoia. Diferente da cocaína, os efeitos duram pouco tempo, no máximo 10 minutos. Essas circunstâncias obrigam o drogado a inalar o óxi repetidamente para manter o “barato”, o que aumenta as agressões ao organismo.
De acordo com o psiquiatra Pablo Roig, diretor de uma clínica particular de recuperação de drogados, o que torna o óxi mais letal que o crack é, em primeiro lugar, os componentes adicionais --cal e combustível-- e, em segundo, a quantidade do princípio ativo da cocaína, que no óxi é de 60% do composto, um pouco superior ao encontrado no crack.
“São substâncias com alta toxicidade, que causam dificuldades na respiração, fibroses e endurecimento do pulmão. Afetam o sistema cardiorrespiratório e promovem uma vasoconstrição muito intensa. Muitos usuários têm perda de consciência, o que leva a uma parada cardíaca e ao coma”, afirma o médico.
A maioria dos usuários intercala as inaladas com doses de álcool para controlar a sensação de abstinência causada pela droga, o que ataca o fígado e o sistema digestivo, fazendo com que os usuários tenham diarreia e vômito. Muitos usuários de óxi apresentam aparência amarela por conta dos efeitos da droga no fígado.
“O álcool com a substância da cocaína forma o cocaetileno, que pode provocar esteatose hepática (gordura no fígado) e cirrose”, diz Roig. O cocaetileno também é uma substância tóxica para o miocárdio, o que pode também provocar morte súbita.
Ainda não há um estudo sobre a letalidade do óxi. Nos próximos dias, a Fundação Oswaldo Cruz, em parceria com o Ministério da Justiça, divulgará um amplo estudo sobre o crack que também deve abordar o óxi. No entanto, segundo o delegado do Denarc, em média 30% dos usuários da droga não sobrevivem após um ano de uso.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
SECRETÁRIA DE SAÚDE APRESENTA AÇÕES DA SEMUS
A secretária municipal de Saúde (Semus), Conceição de Maria Madeira, apresentou de maneira clara e objetiva a real situação em que se encontra a saúde pública no município, durante audiência pública realizada na manhã de ontem (28). Deputados estaduais, federais, vereadores e profissionais da área ouviram e ficaram cientes da necessidade de uma mobilização plena para encontrar a solução do problema.Já o diretor do Hospital Municipal, médico Alysson Mota, foi enfático ao declarar que “as projeções indicam que teremos um verdadeiro colapso caso não haja uma união entre os políticos, principalmente os deputados estaduais e federais, visando buscar recursos para este município”. O diretor do HM deixou bem claro, apresentando documentos em vídeo, que a situação é mais complexa do que se imagina, “razão porque precisamos do apoio de todos”.
A audiência pública, coordenada pelo presidente da Comissão de Saúde, Educação, Assistência Social, Cultura, Lazer e Turismo, Rildo de Oliveira Amaral, foi prestigiada pelo deputado federal Francisco Escórcio, pelos deputados estaduais Antonio Pereira, Valéria Macedo e Antonio de Pádua, o Dr. Pádua, este último presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa do Estado. Também participaram promotores públicos e secretários de Saúde de municípios vizinhos.
Autor do pedido da realização da audiência, o vereador Francisco das Chagas Alves de Brito, o Chagão (PT), disse reconhecer as dificuldades vividas na saúde local, principalmente nos hospitais do município (adulto e infantil) em função da grande demanda de pacientes oriundos de outras cidades da região tocantina e dos estados do Pará e Tocantins. “Daí a necessidade desse debate para que possamos, juntos, encontrar uma solução para esse problema”.
A secretária municipal de Saúde, Conceição Madeira, lembrou, inicialmente, que a saúde pública no Brasil é um desafio nacional e apresentou às pessoas presentes na audiência recorte de jornal noticiando sérios problemas do setor de saúde em Brasília. “Em Imperatriz, temos dezenas de programas de saúde nas mais diversas especialidades e temos feito de tudo para realizarmos um atendimento humanizado e eficaz nos hospitais e postos de saúde do município”.
Conceição Madeira destacou os avanços no setor na administração do prefeito Sebastião Madeira. Entre as ações, ela lembrou a recuperação e melhoramento nos postos de saúde no Camaçari e bairro Ouro Verde, além da construção de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no bairro São José. A secretária observou que no HM foram instaladas salas climatizadas para o atendimento urológico, além de melhorias em todos os setores dos hospitais (adulto e infantil).
A titular da Semus informou que atualmente mantém uma parceria com a Faculdade de Imperatriz (Facimp) visando realizar operações em pessoas com fissura labial, procedimento este utilizado principalmente em crianças. Para finalizar sua participação, Conceição Madeira apresentou num telão a situação em que encontrou as instalações físicas do hospital municipal, bem como as visíveis transformações em função da recuperação de todos os setores, a partir da recepção. (Comunicação)
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Alckmin diz que considera positiva fusão entre PSDB, DEM e PPS
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse nesta quinta-feira que considera positiva a fusão entre o PSDB, DEM e PPS. No entanto, ele ressaltou que o assunto não deve ser tratado com pressa.
"É uma medida que pode ser muito boa. Mas que deve ser tratada pelos partidos e eu não vejo urgência nisso", afirmou o governador.
Alckmin não é o primeiro tucano a falar sobre o assunto.
Na terça-feira, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso admitiu que existe a possibilidade de fusão entre o PSDB e o DEM, mas ressaltou que as conversas são "preliminares".
"Existem propostas nesse sentido. São aspectos delicados. Acho que o mais importante é manter a coesão dos partidos e, desde logo, dizer: aconteça o que acontecer, vamos nos manter unidos com certos objetivos maiores. Não sei qual a tendência, se vai haver fusão ou não", afirmou FHC.
Na semana passada, o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra (PE), e o líder do DEM na Câmara, ACM Neto (BA), se reuniram para discutir a relação dos dois partidos em uma tentativa de viabilizar sua fusão antes das eleições municipais, em 2012.
Embora líderes da oposição --entre eles, o senador Aécio Neves (PSDB-MG)-- defendam que qualquer decisão aconteça após a corrida municipal, o temor é que o DEM não sobreviva até lá.
O partido corre o risco de ser desidratado pelo PSD, criado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.
"É uma medida que pode ser muito boa. Mas que deve ser tratada pelos partidos e eu não vejo urgência nisso", afirmou o governador.
Alckmin não é o primeiro tucano a falar sobre o assunto.
Na terça-feira, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso admitiu que existe a possibilidade de fusão entre o PSDB e o DEM, mas ressaltou que as conversas são "preliminares".
"Existem propostas nesse sentido. São aspectos delicados. Acho que o mais importante é manter a coesão dos partidos e, desde logo, dizer: aconteça o que acontecer, vamos nos manter unidos com certos objetivos maiores. Não sei qual a tendência, se vai haver fusão ou não", afirmou FHC.
Na semana passada, o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra (PE), e o líder do DEM na Câmara, ACM Neto (BA), se reuniram para discutir a relação dos dois partidos em uma tentativa de viabilizar sua fusão antes das eleições municipais, em 2012.
Embora líderes da oposição --entre eles, o senador Aécio Neves (PSDB-MG)-- defendam que qualquer decisão aconteça após a corrida municipal, o temor é que o DEM não sobreviva até lá.
O partido corre o risco de ser desidratado pelo PSD, criado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.
DANIELA LIMA
DE SÃO PAULO
DE SÃO PAULO
Assinar:
Postagens (Atom)