quinta-feira, 7 de julho de 2011

Mesmo com período de praia ameaçado, prossegue o curso de guarda-vidas

O treinamento dos guarda-vidas pelo Corpo de Bombeiros, em parceria com a Prefeitura, chega hoje ao quarto dia. O trabalho, que foi iniciado na última segunda-feira (4), visa preparar profissionais para contribuírem com a segurança das praias de Imperatriz durante o período de veraneio.

Além dos guarda-vidas, o município também preparou toda estrutura para o funcionamento. Está incluído o palco, a iluminação e a demarcação da área de banho, mas nada disso pode ser montado até o momento. Segundo o coordenador da Defesa Civil de Imperatriz, Francisco das Chagas Silva, o Chico do Planalto, o motivo é o nível do rio, que está muito acima do ideal.

O coordenador explicou que atualmente, a área disponível para a montagem da estrutura é de cerca de 20% do necessário.

MOTIVOS

Em reunião realizada na manhã da última terça-feira (5) entre representantes do município, do Ceste, das praias do Cacau e do Meio, além da sociedade civil, discutiram a viabilidade do funcionamento das praias em 2011.

A vazão das águas da hidrelétrica de Estreito, que está entre 1880 m3 e 2200 m3 por segundo, é apontada como principal motivo do nível do rio ainda estar acima do desejado pelos banhistas. Segundo o representante do Ceste, José Vicente, até a segunda quinzena do próximo mês, a nível deve permanecer estável.

Segundo José Vicente, no entanto, a hidrelétrica não está interferindo no nível do rio. "Se hoje não houvesse nenhuma barragem no Rio Tocantins, o quadro de hoje seria o mesmo", disse ele.

Para Chico do Planalto, há um efeito dominó entre as hidrelétricas de Serra da Mesa (Goiás), a de Lajeado e a de Estreito. Segundo ele, o rigoroso inverno verificado este ano na nossa região e as fortes chuvas que ainda caem sobre o estado do Goiás, são responsáveis diretos pela atual situação do rio Tocantins.

CUIDADOS

Enquanto o município não dispõe de área para a instalação da estrutura das praias, Chico do Planalto pede prudência aos banhistas que se aventuram pelo local. "Nós não podemos proibir ninguém de ir ao rio. Lá é um lugar público. Pedimos, apenas, que tenham cuidado e se possível, não utilizem as praias enquanto não for possível dispor de toda a estrutura de segurança que a Prefeitura oferece", recomendou. O coordenador da Defesa Civil não descartou a possibilidade de não haver praias este ano no município. Além de Imperatriz, Estreito e Carolina também são município que vem passando por situações parecidas, desde a construção da UHE de estreito. (Comunicação)

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Funcionário afastado do Ministério dos Transportes constrói casa de R$ 2,1 milhões



Afastado do cargo junto de mais três servidores do Ministério dos Transportes após uma denúncia divulgada pela revista "Veja" no último final de semana, o engenheiro civil Mauro Barbosa da Silva, até a semana passada chefe de gabinete do ministro Alfredo Nascimento, está construindo uma mansão em Brasília com três pavimentos e 1.300 metros quadrados.

Mais Hum do Governo Dilma: Ministro dos Transportes Caiu

O ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento (PR-AM), deixou o cargo nesta quarta-feira (6), após denúncias sobre um suposto esquema de superfaturamento em obras envolvendo servidores da pasta. A crise se agravou após suspeitas de enriquecimento ilícito do filho do ministro.

Em nota oficial divulgada por volta das 16h40 pelo ministério, "Alfredo Nascimento decidiu deixar o governo" e enviou "há pouco à presidenta Dilma Rousseff seu pedido de demissão em caráter irrevogável".

Carlinhos Amorim pede ao governo do ESTADO veículo para Defesa Civil de Imperatriz

Deputado Carlinhos Amorim e Prefeito Madeira



O deputado Carlinhos Amorim (PDT) em atendimento ao oficio nº 0080/2011/CONDEC datado de 26/05/2011 da Superintendencia municipal de Defesa Civil protocolou indicação junto à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa solicitando à governadora Roseana Sarney (PMDB) a doação de um veículo, modelo van, para a Coordenadoria Municipal de Defesa Civil de Imperatriz.

Segundo Carlinhos Amorim, a Defesa Civil de Imperatriz necessita de um veículo para promover ações preventivas, voltadas à defesa da população, com o objetivo de proteger a comunidade de situações de risco à saúde e à vida.

Carlinhos Amorim destacou ainda ser imprescindível para a Defesa Civil estar bem equipada, a fim de agir com maior eficiência contra as situações fortuitas e de calamidade.

Fonte: Agencia Assembleia

segunda-feira, 4 de julho de 2011

REPRESENTANTES DA USINA HIDRELÉTRICA DE ESTREITO SE REUNIRÃO COM PREFEITO MADEIRA

No dia 16 de Junho deste o Superintendente da Defesa Civil Chico Planalto recebeu uma comissão da UHE qual veio buscar informações precisa da realidade na anormalidade do rio Tocantins, opôs longa reunião se firmou compromissos entre o CESTE e a Defesa Civil que iria manter e ampliar as informações para assim buscar uma definição para a situação vivida, ou seja, o sobe e desce das águas do rio Tocantins.

Na ultima sexta feira o superintendente da Defesa Civil encaminhou oficio convidando representantes da UHE para uma reunião na terça feira dia 05 as 09h30min da manhã no gabinete do prefeito municipal de Imperatriz Sebastião Madeira, para assim serem feitas uma exposição das reais situações em qual poderá se manter a anormalidade do rio Tocantins, cabe ressaltar que a reunião já foi confirmada pelos representantes do CESTE.

domingo, 3 de julho de 2011

Itamar Franco leva para a sepultura mágoa e rancores



Sérgio Lima/Folha


Itamar Franco levou para o túmulo uma mágoa. Resumiu-a em diálogo com um amigo mineiro: “Quando eu morrer, talvez me façam justiça”.
Ex-auxiliar de Itamar na Presidência, o amigo tocara o telefone para o hospital, no início de junho, com o propósito de animá-lo.
Tirou-o do sério ao injetar na conversa uma menção às homenagens que o PSDB organizava para marcar os 80 anos de FHC, festejados em 18 de junho.
“Se não fosse por mim, o Fernando Henrique seria hoje um professor universitário”, reagiu Itamar. “Já fiz 80. Quem se lembrou?”
Itamar faz aniversário dez dias depois de FHC. Completou 81 anos em 28 de junho. Na véspera, fora transferido para a UTI do Hospital Albert Einstein.
Internara-se para tratar de uma leucemia. Em meio a sessões de quimioterapia, desenvolveu uma pneumonia grave.
Morreu sem curar os ciúmes que nutria pelo ministro da Fazenda que ajudou-o a transformar-se no improvável que deu certo.
Tão certo que desceu ao verbete da enciclopédia como primeiro presidente civil a eleger o sucessor desde Arthur Bernardes.
Itamar queixava-se de não ser reconhecido como alguém que fez o sucessor. Pior: era como se FHC tivesse feito o antecessor, salvando-o do desastre.
Vice de Fernando Collor, Itamar virou presidente nas pegadas do impeachment. Parecia condenado a chefiar uma gestão meia-sola de dois anos.
Nos primeiros cinco meses, teve três ministros da Fazenda. Gustavo Krause e Paulo Haddad duraram 75 dias cada. Eliseu Resende, 79 dias.
Os ventos começaram a virar em 19 de maio de 1993. FHC encontrava-se em Nova York. Jantava na casa do então embaixador do Brasil na ONU, Ronaldo Sardenberg.
Súbito, Itamar telefonou. Passava das 23h. “Fernando, você está em pé ou sentado?” FHC sentou. Itamar disse que afastaria Eliseu Resende.
FHC ponderou em contrário. Mais uma mudança na sensível área econômica não lhe parecia adequado. E Itamar: “Você aceita ser ministro da Fazenda?”
O sondado simulou desinteresse. Chanceler, disse que estava satisfeito no Itamaraty. Mas não soou enfático: “Itamar, você é o presidente da República”.
Itamar combinou que, depois de falar com Eliseu, ligaria novamente. Não telefonou. Mandou ao “Diário Oficial” o ato que transferiu FHC do Itamaraty para a Fazenda.
Na manhã seguinte, informado da novidade, FHC telefonou de Nova York: “Mas você não me ligou!” Foi atalhado: “A repercussão está sendo ótima”.
Dois dias depois, já de volta ao Brasil, FHC assumiu a gerência da inflação. Antes, tinha horizontes curtos. Sem votos para voltar ao Senado, não o agrava a idéia de concorrer à Câmara.
Cogitava recolher-se para escrever um livro sobre a transição da ditadura para a democracia. Daí a mágoa de Itamar.
Afora a Fazenda, deu a FHC autonomia para montar a equipe que formulou os alicerces do Plano Real, base do palanque presidencial. Deu-lhe um horizonte.
Itamar preferia ser sucedido por Antonio Britto, então ministro da Previdência. Terminou cedendo a ribalta a FHC.
Ainda que aos trancos, Itamar imprimiu suas digitais no plano que levou ao fim da superinflação.
Passados no filtro do tempo, viraram detalhes a ranhetice, o fusca, os namoros, o Carnaval ao lado da mulher sem calcinha, pelo menos uma ameaça de renúncia...
O ciclo de homenagens ao aniversariante FHC foi fechado com ato suprapartidário no Senado, na véspera da morte de Itamar.
Afagado até por petistas, FHC perguntou a certa altura: “Será que eu já morri?” Lembrou que só os mortos são elogiados no Brasil.
Já recolhido à UTI, Itamar aguardava pela morte que, segundo a expectativa manifestada ao amigo, pode trazer-lhe o reconhecimento.

terça-feira, 28 de junho de 2011

ENTREVISTA BOMBÁSTICA (Eleição 2012) PSDB e PDT

Uma entrevista bombástica sobre a sucessão municipal em Imperatriz, com o advogado Marco Aurélio Gonzaga Santos, marido da deputada estadual Valéria Macedo (PDT) .

Marco Aurélio é professor da Universidade Federal do Maranhão em Imperatriz, atualmente licenciado, professor de Ciência Política e direito público e advogado constitucionalista. Advoga para o PDT desde 2002 quando Jackson Lago foi candidato e teve como vice-governador o cunhado de Marco Aurélio, Deoclides Macedo (PDT), atual prefeito de Porto Franco.

P: Recentemente o senhor escreveu post em seu blog sobre a política de Imperatriz denominado de O “fogo amigo contra Madeira em Imperatriz”, no qual o senhor faz análise política dos pré-candidatos de Imperatriz.

O senhor foi advogado do PT de Imperatriz, chegando mesmo a ser Procurador Geral do Município no governo Jomar Fernandes (PT) em 2001, é homem de confiança do prefeito de Porto Franco Deoclides Macedo, também tem ligações com o Deputado Federal Domingos Dutra (PT), foi filiado ao PCdoB de Imperatriz e tem ligações com o ex-juiz e deputado federal Flávio Dino. Com o PSDB o senhor tem ligações com o ex-deputado federal Roberto Rocha e os atuais deputados federais Carlos Brandão e Hélio Santos com quem Valéria fez dobradinha em alguns municípios.

Por último, diz-se que o senhor é o responsável pela sua mulher ter se aproximado do governo Roseana Sarney, especialmente do Secretário de Estado da Saúde Ricardo Murad (PMDB) e do Chefe da Casa Civil ex-prefeito de São José de Ribamar Luis Fernando. Agora nas festas juninas o senhor foi visto com o prefeito de Imperatriz Sebastião Madeira (PSDB) em Imperatriz no encerramento do Salimp e no arraial da beira-rio. Em termos políticos, o senhor se sente alinhado a quem em Imperatriz?

Marco Aurélio Gonzaga (R): Minha posição política é a mesma e não me considero uma espécie de “animal político” como sua pergunta parece ensejar. No espectro político ideológico minha posição política é a mesma desde que iniciei minha atividade política ainda nos bancos acadêmicos: sou de centro-esquerda. Afino-me muito com as idéias do filósofo John Rawls e do economista Amartya Sen. Essas idéias políticas buscam-se colocar entre a proposta socialista-comunista de negação absoluta do mercado e a liberal que se caracteriza por negar com veemência os direitos dos trabalhadores.

No Brasil não há mais espaço político e social para revolução socialista ou comunista, no sentido de instalação de nova ordem político-jurídica. A maximização ainda possível atualmente é promover a reforma do Estado e o aperfeiçoamento institucional, de modo a permitir que a sociedade tenha pleno controle do poder constituído. Não faz mais sentido político ver o mercado como uma instituição diabólica. O Estado, a sociedade e o mercado são elementos de uma mesma e conexa realidade política.

A sociedade precisa avançar nos mecanismos de controle dos detentores do poder político e econômico. O liberalismo social e o ambientalismo e outras políticas progressistas precisam ser aprofundadas.

P: Como o senhor explica essas suas múltiplas relações político-partidárias?

Marco Aurélio Gonzaga (R): O Caetano Veloso costuma dizer que “o Brasil não é para amadores”. Eu digo que o Maranhão é um estado complexo e as forças políticas são multifacetárias. Até a governadora Roseana Sarney (PMDB) que é beneficiária de um grupo detentor das “reais forças do poder”, para usar uma expressão de Ferdinand Lassalle, entendeu importante incluir o PT maranhense para sua conjuntura política.

Aliás, quem não se lembra da candidatura de Ricardo Murad a governador pelo PSB nas eleições de 2002, que inviabilizou o segundo turno com astuciosa estratégia jurídica e viabilizou a eleição de Roseana contra Jackson no primeiro turno?

Em outros termos, até quem tem a dominação política tradicional, institucional e econômica no Maranhão, como é o caso de Sarney, entende necessário reproduzir a aliança nacional PT-PMDB aqui no Maranhão. Diga-se logo que isso não é exclusivo da família Sarney. O próprio ex-governador Jackson Lago (PDT) fez alianças com forças as mais diversas e muitas conservadoras para poder chegar ao Palácio dos Leões.

O ex-presidente Lula, a partir da Carta aos Brasileiros, mudou o seu partido de revolucionário para reformista e socialdemocrata e fez um grande governo, apesar de ainda hoje existir muitos companheiros do PT que ainda compreendem o partido como revolucionário.

Não temos apenas um presidencialismo de coalização no Brasil. Esse fenômeno político se reproduz nos níveis de estados e municípios. Quem não entender isso não vai mudar nada no Brasil porque nem chegará ao poder.

No Brasil e no Maranhão as forças políticas se antagonizam entre a direita toda poderosa e conservadora e a esquerda com a cantilena da mudança, mas no final das contas o fiel da balança mesmo passa pelo centro do espectro político ideológico tanto do ponto de vista dos partidos políticos como da sociedade e dos agentes políticos.

P: Em sua opinião em Imperatriz qual o caminho ideológico a seguir?

Marco Aurélio Gonzaga (R): Risos. Penso que já tivemos à direita com Ildon Marques (PMDB), à esquerda com Jomar Fernandes (PT) e agora estamos caminhando para espectro centro-esquerda, mas especificamente para a social-democracia com o prefeito Madeira (PSDB).

P: Isso a seu ver é bom ou ruim?

Marco Aurélio Gonzaga (R): Não sei se é bom ou ruim. Sei que é a realidade política, social e econômica da sociedade imperatrizense. Na obra “O Príncipe” de Nicolau Maquiavel ele diz que “os homens são ingratos, volúveis, dissimulados, simuladores, invejosos, ambiciosos, maldosos”, dentre outras coisas nada alvissareiras. Por outro lado, Jean-Jacques Rousseau acredita que o homem é um bom selvagem e diz que “a falta de bondade não significa que haja maldade na natureza humana”. Com quem você acha que está à razão?

P: A Deputada Valéria Macedo tem tido forte atuação nas questões de interesse de Imperatriz, como por exemplo, a indicação formal do curso de medicina e a construção do Socorrão Regional, além de protagonizar na Assembléia a questão do Maranhão do Sul. Já o senhor há muito tempo participa da política de Imperatriz, mas Valéria tem domicílio eleitoral em Porto Franco. Duas pergunta numa só: É verdade que Valéria vai transferir seu domicílio eleitoral para Imperatriz? Nas eleições do ano que vem vocês terão participação aqui?

Marco Aurélio Gonzaga (R): A questão do domicílio está sendo avaliada com muito cuidado. O fato é que Valéria e eu desde o casamento moramos em Imperatriz e na mesma casa há mais 12 anos. Do ponto de vista jurídico ela estaria respaldada para mudar de domicílio. Quanto a sua segunda pergunta afirmo-lhe que vamos participar sim do processo político eleitoral.

P: O PDT terá candidatura própria ou vai se aliar com quem?

Marco Aurélio Gonzaga (R): Não sei e nem tenho o poder de dizer o que vai fazer o PDT nas eleições do ano que vem. Sou apenas advogado do partido, mas em Imperatriz penso que a melhor alternativa para o PDT é apoiar a reeleição do prefeito Madeira e manter a aliança com o PSDB.

P: Quer dizer que o senhor não se alinha ao vice-prefeito Jean Carlo e ao deputado Carlos Amorim na questão de Imperatriz?

Marco Aurélio Gonzaga (R): Tenho as melhores relações pessoais com Jean e com o deputado Carlinhos Amorim. No PDT há muita gente que defende isso eles não estão sozinhos... Pessoalmente, vejo essa questão sob dois enfoques: O primeiro é o enfoque partidário. Para o partido não resta dúvida que seria muito bom poder ter um candidato competitivo em Imperatriz nas eleições de 2012 e o nome do Deputado Carlos Amorim é um grande nome, não resta dúvidas. Respeitadas às opiniões de colegas em sentido contrário, porém, a realidade política é outra. Não vislumbro as condições político-partidária suficientes para candidatura própria do PDT em 2012 em Imperatriz e, neste sentido, uma aliança fundamentada em metas e num planejamento do qual o partido participe e tenha voz, a mim me parece à melhor alternativa. Só colocaria esta condição, pois o PDT não pode ser apenas um coadjuvante sem forma e sem conteúdo do PSDB como parece ser hoje no governo Madeira.

Finalmente a “união poética” timbrada por Roberto Rocha entre “o tucano e a rosa” precisa ser uma união de conteúdos programáticos, com metas claras, participação mais condizente com o tamanho que o PDT tem hoje com dois deputados na região e em Imperatriz.

P - Então o senhor defende a continuidade, acha que o prefeito Madeira merece mais quatro anos para conseguir fazer a grande mudança que se propôs em Imperatriz?

Marco Aurélio Gonzaga (R)- Claro, esse é outro aspecto que merece realce é o que diz respeito à ânsia por mudança em Imperatriz. A administração pública no Brasil sofre da doença crônica da falta de continuidade das políticas públicas. Provavelmente se no âmbito nacional não tivéssemos tido uma estabilidade política nos governos FHC e Lula e desejável agora no governo Dilma não teríamos avançado como país tanto. Os países desenvolvidos caracterizam-se por várias coisas juntas, dentre as quais estabilidade política e econômica.

A estabilidade política, quando a administração do prefeito é razoável, é um caminho seguro para a população diante da incerteza do que poderá vir pela frente. A administração do prefeito Madeira tem problemas, mas não pode se dizer que é ruim. Imperatriz é uma cidade grande, com desafios diversos que não podem ser vencidos em apenas quatro anos e não acho que o experimentalismo político seja o melhor caminho para resolução de nossos problemas.