sábado, 9 de julho de 2011

PERIGO

Foto e Quadro Atual da Praia do Meio


Foto e Quadro Atual da Praia do Cacau



Quatro Placas foram destribuidas e colocadas nas entrada das
praias do Cacau e do Meio



Com a atual situação das águas do rio Tocantins as praias existentes abaixo de Carolina em todo o corredor do mesmo estão prejudicadas, delas sem as menores condições de segurança para os freqüentadores, ocasionando uns prejuízos em todos os sentidos para vários segmentos, seja governamental ou comercial.

Em Imperatriz bem ao contrario do que algum mal intencionado diz, o prefeito Madeira autorizou a Defesa Civil fazer todos os procedimentos para ser montada a estrutura das praias do meio e cacau, palco, som, banheiros químicos, energia elétrica, vestuários e todo o processo de formação para os guardas vidas.

EXPLICAÇÃO

Toda essa anormalidade se deve ao efeito dominor ocasionado pela operação das barragens ao longo do leito do rio Tocantins, mais precisamente pela operação da barragem de Estreito, qual sua vazão tem se mantido entre 1.798,56 [m³/s] e 2.119,08 [m³/s], sendo que essa vasão é operacionalizada todos os dias da semana, sem exceção de dias, informamos aos mal intencionado nas informações que é um prossedimento tecnico, qual o municipio não tem autoridade sobre esse controle.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Mesmo com período de praia ameaçado, prossegue o curso de guarda-vidas

O treinamento dos guarda-vidas pelo Corpo de Bombeiros, em parceria com a Prefeitura, chega hoje ao quarto dia. O trabalho, que foi iniciado na última segunda-feira (4), visa preparar profissionais para contribuírem com a segurança das praias de Imperatriz durante o período de veraneio.

Além dos guarda-vidas, o município também preparou toda estrutura para o funcionamento. Está incluído o palco, a iluminação e a demarcação da área de banho, mas nada disso pode ser montado até o momento. Segundo o coordenador da Defesa Civil de Imperatriz, Francisco das Chagas Silva, o Chico do Planalto, o motivo é o nível do rio, que está muito acima do ideal.

O coordenador explicou que atualmente, a área disponível para a montagem da estrutura é de cerca de 20% do necessário.

MOTIVOS

Em reunião realizada na manhã da última terça-feira (5) entre representantes do município, do Ceste, das praias do Cacau e do Meio, além da sociedade civil, discutiram a viabilidade do funcionamento das praias em 2011.

A vazão das águas da hidrelétrica de Estreito, que está entre 1880 m3 e 2200 m3 por segundo, é apontada como principal motivo do nível do rio ainda estar acima do desejado pelos banhistas. Segundo o representante do Ceste, José Vicente, até a segunda quinzena do próximo mês, a nível deve permanecer estável.

Segundo José Vicente, no entanto, a hidrelétrica não está interferindo no nível do rio. "Se hoje não houvesse nenhuma barragem no Rio Tocantins, o quadro de hoje seria o mesmo", disse ele.

Para Chico do Planalto, há um efeito dominó entre as hidrelétricas de Serra da Mesa (Goiás), a de Lajeado e a de Estreito. Segundo ele, o rigoroso inverno verificado este ano na nossa região e as fortes chuvas que ainda caem sobre o estado do Goiás, são responsáveis diretos pela atual situação do rio Tocantins.

CUIDADOS

Enquanto o município não dispõe de área para a instalação da estrutura das praias, Chico do Planalto pede prudência aos banhistas que se aventuram pelo local. "Nós não podemos proibir ninguém de ir ao rio. Lá é um lugar público. Pedimos, apenas, que tenham cuidado e se possível, não utilizem as praias enquanto não for possível dispor de toda a estrutura de segurança que a Prefeitura oferece", recomendou. O coordenador da Defesa Civil não descartou a possibilidade de não haver praias este ano no município. Além de Imperatriz, Estreito e Carolina também são município que vem passando por situações parecidas, desde a construção da UHE de estreito. (Comunicação)

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Funcionário afastado do Ministério dos Transportes constrói casa de R$ 2,1 milhões



Afastado do cargo junto de mais três servidores do Ministério dos Transportes após uma denúncia divulgada pela revista "Veja" no último final de semana, o engenheiro civil Mauro Barbosa da Silva, até a semana passada chefe de gabinete do ministro Alfredo Nascimento, está construindo uma mansão em Brasília com três pavimentos e 1.300 metros quadrados.

Mais Hum do Governo Dilma: Ministro dos Transportes Caiu

O ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento (PR-AM), deixou o cargo nesta quarta-feira (6), após denúncias sobre um suposto esquema de superfaturamento em obras envolvendo servidores da pasta. A crise se agravou após suspeitas de enriquecimento ilícito do filho do ministro.

Em nota oficial divulgada por volta das 16h40 pelo ministério, "Alfredo Nascimento decidiu deixar o governo" e enviou "há pouco à presidenta Dilma Rousseff seu pedido de demissão em caráter irrevogável".

Carlinhos Amorim pede ao governo do ESTADO veículo para Defesa Civil de Imperatriz

Deputado Carlinhos Amorim e Prefeito Madeira



O deputado Carlinhos Amorim (PDT) em atendimento ao oficio nº 0080/2011/CONDEC datado de 26/05/2011 da Superintendencia municipal de Defesa Civil protocolou indicação junto à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa solicitando à governadora Roseana Sarney (PMDB) a doação de um veículo, modelo van, para a Coordenadoria Municipal de Defesa Civil de Imperatriz.

Segundo Carlinhos Amorim, a Defesa Civil de Imperatriz necessita de um veículo para promover ações preventivas, voltadas à defesa da população, com o objetivo de proteger a comunidade de situações de risco à saúde e à vida.

Carlinhos Amorim destacou ainda ser imprescindível para a Defesa Civil estar bem equipada, a fim de agir com maior eficiência contra as situações fortuitas e de calamidade.

Fonte: Agencia Assembleia

segunda-feira, 4 de julho de 2011

REPRESENTANTES DA USINA HIDRELÉTRICA DE ESTREITO SE REUNIRÃO COM PREFEITO MADEIRA

No dia 16 de Junho deste o Superintendente da Defesa Civil Chico Planalto recebeu uma comissão da UHE qual veio buscar informações precisa da realidade na anormalidade do rio Tocantins, opôs longa reunião se firmou compromissos entre o CESTE e a Defesa Civil que iria manter e ampliar as informações para assim buscar uma definição para a situação vivida, ou seja, o sobe e desce das águas do rio Tocantins.

Na ultima sexta feira o superintendente da Defesa Civil encaminhou oficio convidando representantes da UHE para uma reunião na terça feira dia 05 as 09h30min da manhã no gabinete do prefeito municipal de Imperatriz Sebastião Madeira, para assim serem feitas uma exposição das reais situações em qual poderá se manter a anormalidade do rio Tocantins, cabe ressaltar que a reunião já foi confirmada pelos representantes do CESTE.

domingo, 3 de julho de 2011

Itamar Franco leva para a sepultura mágoa e rancores



Sérgio Lima/Folha


Itamar Franco levou para o túmulo uma mágoa. Resumiu-a em diálogo com um amigo mineiro: “Quando eu morrer, talvez me façam justiça”.
Ex-auxiliar de Itamar na Presidência, o amigo tocara o telefone para o hospital, no início de junho, com o propósito de animá-lo.
Tirou-o do sério ao injetar na conversa uma menção às homenagens que o PSDB organizava para marcar os 80 anos de FHC, festejados em 18 de junho.
“Se não fosse por mim, o Fernando Henrique seria hoje um professor universitário”, reagiu Itamar. “Já fiz 80. Quem se lembrou?”
Itamar faz aniversário dez dias depois de FHC. Completou 81 anos em 28 de junho. Na véspera, fora transferido para a UTI do Hospital Albert Einstein.
Internara-se para tratar de uma leucemia. Em meio a sessões de quimioterapia, desenvolveu uma pneumonia grave.
Morreu sem curar os ciúmes que nutria pelo ministro da Fazenda que ajudou-o a transformar-se no improvável que deu certo.
Tão certo que desceu ao verbete da enciclopédia como primeiro presidente civil a eleger o sucessor desde Arthur Bernardes.
Itamar queixava-se de não ser reconhecido como alguém que fez o sucessor. Pior: era como se FHC tivesse feito o antecessor, salvando-o do desastre.
Vice de Fernando Collor, Itamar virou presidente nas pegadas do impeachment. Parecia condenado a chefiar uma gestão meia-sola de dois anos.
Nos primeiros cinco meses, teve três ministros da Fazenda. Gustavo Krause e Paulo Haddad duraram 75 dias cada. Eliseu Resende, 79 dias.
Os ventos começaram a virar em 19 de maio de 1993. FHC encontrava-se em Nova York. Jantava na casa do então embaixador do Brasil na ONU, Ronaldo Sardenberg.
Súbito, Itamar telefonou. Passava das 23h. “Fernando, você está em pé ou sentado?” FHC sentou. Itamar disse que afastaria Eliseu Resende.
FHC ponderou em contrário. Mais uma mudança na sensível área econômica não lhe parecia adequado. E Itamar: “Você aceita ser ministro da Fazenda?”
O sondado simulou desinteresse. Chanceler, disse que estava satisfeito no Itamaraty. Mas não soou enfático: “Itamar, você é o presidente da República”.
Itamar combinou que, depois de falar com Eliseu, ligaria novamente. Não telefonou. Mandou ao “Diário Oficial” o ato que transferiu FHC do Itamaraty para a Fazenda.
Na manhã seguinte, informado da novidade, FHC telefonou de Nova York: “Mas você não me ligou!” Foi atalhado: “A repercussão está sendo ótima”.
Dois dias depois, já de volta ao Brasil, FHC assumiu a gerência da inflação. Antes, tinha horizontes curtos. Sem votos para voltar ao Senado, não o agrava a idéia de concorrer à Câmara.
Cogitava recolher-se para escrever um livro sobre a transição da ditadura para a democracia. Daí a mágoa de Itamar.
Afora a Fazenda, deu a FHC autonomia para montar a equipe que formulou os alicerces do Plano Real, base do palanque presidencial. Deu-lhe um horizonte.
Itamar preferia ser sucedido por Antonio Britto, então ministro da Previdência. Terminou cedendo a ribalta a FHC.
Ainda que aos trancos, Itamar imprimiu suas digitais no plano que levou ao fim da superinflação.
Passados no filtro do tempo, viraram detalhes a ranhetice, o fusca, os namoros, o Carnaval ao lado da mulher sem calcinha, pelo menos uma ameaça de renúncia...
O ciclo de homenagens ao aniversariante FHC foi fechado com ato suprapartidário no Senado, na véspera da morte de Itamar.
Afagado até por petistas, FHC perguntou a certa altura: “Será que eu já morri?” Lembrou que só os mortos são elogiados no Brasil.
Já recolhido à UTI, Itamar aguardava pela morte que, segundo a expectativa manifestada ao amigo, pode trazer-lhe o reconhecimento.