quinta-feira, 12 de setembro de 2013

COMUNICADO

A superintendência da Defesa Civil e a CPL (Comissão Permanente de Licitação) passaram a funcionar na Rua Dom Cesário, 360, entre ruas Bahia e Minas Gerais no Bairro Maranhão Novo.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

CESTE EXPLICA SOBRE OSCILAÇÕES DO RIO TOCANTINS

Nesta terça-feira (10), em uma coletiva de imprensa, o gerente do Consórcio Estreito Energia (Ceste), João Resek, esclareceu os motivos que levaram à oscilação do Rio Tocantins e, consequentemente, à redução da temporada de praias na Região Tocantina. Na ocasião, estiveram presentes, o superintendente da Defesa Civil, Francisco das Chagas e o representante do 3º GBM de Imperatriz, Major Leandro.

O gerente da Ceste, João Resek, explicou que o aumento no nível do rio foi em decorrência a uma decisão do ONS (Operador Nacional do Sistema). Uma vez que todas as hidrelétricas do país são interligadas e a usina respeita o ciclo da região.
“Tanto em período de chuva quanto de seca haverá o aumento da vazão, porque a hidrelétrica é uma usina de fio d´água e está conectada no Sistema Nacional. Em razão do apagão que ocorreu no dia 28 de agosto no nordeste houve a necessidade de aumentar a geração de energia para atender a demanda, e consequentemente, houve um aumento na vazão das turbinas da hidrelétrica de Estreito”, explicou o gerente.
João Resek, explicou ,ainda, que no fim de semana o consumo de energia cai em todo o país e a hidrelétrica de Estreito armazena água, com isso o nível das águas diminui e as praias da região reaparecem.
O superintendente da Defesa Civil, Francisco das Chagas, disse que não tem como prever quando o rio irá aumentar o nível e que os imperatrizenses têm que se adequar à nova realidade vivenciada no período de veraneio. “Nós temos que nos adaptar à nova realidade do Sistema, até, porque é Nacional. O fim do período veraneio não é culpa do município e da Defesa Civil, mas estamos acompanhando todo o processo para garantir a segurança dos banhistas”, afirma o superintendente.
O superintendente garantiu, ainda, que será mantida toda a estrutura para o lazer dos banhistas: os guardas-vidas, a área demarcada, energia elétrica, limpeza, Samu, Corpo de Bombeiros, Setran, enfim toda estrutura, menos o palco. “As pessoas precisam ter a compreensão e respeitar quando avisarmos que terá um aumento das águas no rio Tocantins por uma questão de segurança”, finaliza.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

COLETIVA EXPLICARÁ A OSCILAÇÃO DO RIO TOCANTINS (Participam da entrevista coletiva representantes do Ceste, Defesa Civil e Corpo de Bombeiros.)

Será realizada amanhã (10) uma coletiva de imprensa com representantes do Consórcio Estreito de Energia (Ceste), que opera a hidrelétrica de Estreito, Defesa Civil e Corpo de Bombeiros, no auditório da Secretaria Municipal de Saúde. O principal objetivo é explicar para a sociedade a oscilação do Rio Tocantins por causa da vazão da hidrelétrica, além do funcionamento técnico.

No dia 1º de setembro, o superintendente da Defesa Civil, Francisco das Chagas, havia anunciado o fim do período de veraneio por causa do alto volume de água liberado pela hidrelétrica. Depois houve uma reduzida, o que possibilitou a continuidade das parias no rio. Na coletiva, gerente operacional da hidrelétrica, João Resek, vai explicar esse processo.
De acordo com Francisco das Chagas, toda a estrutura de iluminação, barracas, banheiros, guarda-vidas e agentes de trânsito permanecem nas praias do Meio e do Cacau até o fim do período de veraneio.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

DEFESA CIVIL SOLICITA REUNIÃO COM DIRETORES DO CONSORCIO ESTREITO ENERGIA - USINA HIDRÉLETRICA DE ESTRITO

Em oficio protocolado na data do dia 30/08/13 as 11: horas ao CONSORCIO ESTREITO ENERGIA - CESTE USINA HIDRELÉTRICA DE ESTREITO FOI AGENDADA PARA HOJE SEXTA FEIRA AS 15 HORAS NA SEDE DA UHE, UMA REUNIÃO, NA PAUTA  FLUXO DE INFORMAÇÕES REMETENTES CONDICIONADAS A OPERAÇÃO DAS VAZÕES DEFLUENTES.
O superintendente Municipal da Defesa Civil estendeu o convite ao comandante do 3º GBM Coronel Figueredo para também participar da mesma. 

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

POLICIA FEDERAL APREENDE DONO DE COMPRA PREMIADA, O MESMO QUE DEU UM GOLPE EM MILHARES DE PESSOAS EM IMPERATRIZ

Nesta terça-feira por volta das 6 horas, agentes da Polícia Federal chegaram em uma residência próxima ao antigo Hospital Bom Pastor, e só por volta das 9:30hs saíram levando quatro pessoas, dois homens e duas mulheres, um deles, Roney Bonfim, é proprietário de Compras Premiadas em Mato Grosso (de onde partiram as denúncias) e também na região do mearim .


No entanto, seu cunhado conhecido como irmão Lisboa já havia sido preso. Os agentes também estiveram em outra residência na Rua Frederico Leda, centro de Bacabal.

A família a Bonfim já trás desde o patriarca, o velho já falecido, um rol de problemas com a justiça em sua petulância quanto os simples mortais. Onde o velho fazendeiro e carrasco tinha a fama de coronel e de humilhar literalmente a população que o servia e do entorno de suas fazendas em Lago Verde, aqui próximo a Bacabal. Tudo parece que parte dos herdeiros continuam o legado.



Operações como esta, já é de conhecimento de longas datas, de busca e apreensão. Vale ressaltar que tais ações da policia federal típica como esta acabam simplesmente como um carnaval sem sentido, ou seja, nada resulta, na verdade há quem diga que o estardalhaço que a policia federal faz quando assim age se justifica somente pela gorda diária que os agentes ali ganham, o que eles querem na verdade é só mídia, aparecer, quando tais operações não resultam em nada além do circo visto continuamente. É o do nada na terra do nunca como parafraseia o roqueiro Lobão, justiça então, estamos é longe.



Fonte: Jornal O Mearim

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Águas de hidrelétrica vão engolir município que é refúgio ecológico

Com 13 mil habitantes, São João do Araguaia espera início das obras


O nome da hidrelétrica é Marabá, mas é São João do Araguaia, às margens do Tocantins, que teme desaparecer sob as águas. Nascido como povoado em 1779, o hoje município de 13 mil habitantes faz parte da lista dos 12 que serão afetados pela futura UHE Marabá — cinco no Pará, cinco no Tocantins e dois no Maranhão. O que a população sabe de mais concreto é que a Prefeitura começou a providenciar escrituras dos imóveis, já que a maioria não tem título definitivo, para facilitar o processo de indenização.

— A gente sabe muito pouco, porque quem vem aqui são apenas técnicos de empresas terceirizadas. Sempre tivemos dúvidas sobre a construção, por causa da questão ambiental. Mas, de cinco anos para cá, disseram que vão construir mesmo. São dezenas e dezenas de comunidades ribeirinhas e 18 ilhas naturais que devem desaparecer — diz Emiliano Soares de Souza, secretário de Administração da Prefeitura.
Com os estudos de viabilidade técnica, econômica e socioambiental em andamento, nada é certeza em relação à cidade. A única coisa certa é que a UHE Marabá está prevista no Plano Decenal de Expansão da Energia 2011-2020 (PDE) para entrar em operação em novembro de 2019, com investimento de R$ 4,2 bilhões a partir de 2014.
70% dos imóveis devem ser atingidos
A capacidade de 2.160 MW coloca a UHE de Marabá em terceiro lugar entre as grandes novas hidrelétricas a serem instaladas na Amazônia. Sua área de alagamento prevista é de 1.014 km². Ou seja, um reservatório bem maior do que o da UHE de São Luiz do Tapajós, a próxima a ser licitada, que deve gerar quase o triplo (6.133 MW) e alagar 722,25 km². A estimativa é que pelo menos 10 mil famílias (ou 40 mil pessoas) sejam afetadas, além da reserva indígena Mãe Maria, no Pará.
— A gente não sabe a proporção do alagamento. Tem uma ideia. Aqui no centro, na sede do município, são 1.100 a 1.200 imóveis e 70% devem ser atingidos — diz Souza.
O prédio da prefeitura de São João do Araguaia deve ser o primeiro a desaparecer sob as águas. A construção antiga, na pracinha central da cidade, é colada ao leito do Tocantins. A poucos quilômetros do centro de São João do Araguaia fica também o Bico do Papagaio, onde os rios Araguaia e Tocantins se encontram. O lugar, uma espécie de refúgio ecológico, é o marco da divisa entre Tocantins, Pará e Maranhão.
Maria Neri Gonçalves Silva, 78 anos, mãe de 16 filhos, dez que “vingaram”, diz que já foi visitada pelo “pessoal da Eletrobras”.
— Pegaram a documentação do terreno para cadastrar. Disseram que só vão indenizar casa de tijolo. Quem tem casa de madeira e barro vai receber só um agrado — diz ela. — Se vier a água, o jeito é sair. Senão, morre afogada.
O filho Messias relata que os técnicos disseram que voltariam para medir o lote, mas ainda não voltaram. Para ele, se a usina vier, eles terão de sair de qualquer forma, mesmo que a casa, a 400 metros do rio, fique fora das águas.
— A usina se chama Marabá, mas acaba mesmo é com São João. Mas eu acredito que Deus não vai fazer isso com a gente. São João Batista, Nossa Senhora de Nazaré. A gente tem que ter fé — diz Amujaci Oliveira dos Santos, 72 anos.
Na avaliação do secretário de Administração, a barragem só vai ser instalada no limite com Marabá para que os royalties do empreendimento sejam divididos.
— São João é que vai ser atingido, mas Marabá terá direito aos royalties e benefícios.
Aos 84 anos, Raimundo Bispo dos Santos, 50 anos de casado com Amujaci sem nunca ter arredado o pé de São João do Araguaia, conta que já fez de tudo por ali.
— Primeiro era o castanhal, depois tudo passou a ter dono e acabou. A gente era quase escravo. Depois, veio o diamante. A gente mergulhava de “folêgo”, escavava o fundo do rio para tirar as pedras e achava! Peguei muito diamante para o Osvaldo Mutran — relembra Santos, referindo-se ao ex-prefeito de Marabá e ex-deputado estadual, mais conhecido como Vavá Mutran.
Além de São João do Araguaia, comunidades ribeirinhas serão atingidas em São Pedro da Água Branca (MA), Vila Nova dos Martírios (MA) Ananas (TO), Araguatins (TO), Buriti do Tocantins (TO), Esperantina (TO), São Sebastião do Tocantins (TO), Bom Jesus do Tocantins (PA), Brejo Grande do Araguaia (PA) e Palestina do Pará (PA). Segundo o prefeito de Marabá, João Salame, o impacto nas comunidades do município será muito pequeno. A barragem deverá ficar a montante da ponte rodoferroviária de Marabá, uma espécie de cartão postal da cidade.

Do: PORTAL ATIVO

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

CHEGA AO FIM PERIODO DE VERANEIO NAS PRAIAS DO CACAU E DO MEIO

O anúncio foi feito pela superintendência da Defesa Civil de Imperatriz

IMPERATRIZ- O superintendente da Defesa Civil, Francisco das Chagas Silva, anunciou na manhã deste domingo (º1), o fim do período de veraneio nas praias do rio Tocantins, que durou exatamente 27 dias. O motivo foi a evasão da hidrelétrica de Estreito, pelo Consórcio Estreito de Energia (Cest), que está entre 1700 a 1800 m³ de água por segundo.

Segundo, Francisco das Chagas Silva, toda a estrutura de palco, iluminação, barracas, banheiros, será retirada das praias do Meio e do Cacau. Os guarda-vidas não estarão mas no local e não terá área de banho demarcada. Até hoje, a Defesa Civil permanece nas praias orientando sobre encerramento do período de veraneio e alertando os banhistas sobre os riscos, que eles enfrentam em ir para o rio sem nenhum tipo de segurança, com os órgãos responsáveis.

Segundo os relatórios, este ano, os bancos de areia que surgiram e formaram a praia do Cacau ocupam uma área de 30% menor que o espaço do ano passado. No ano passado as praias permaneceram durante 44 dias, o período foi maior no ano de 2009, com duração de 65 dias. De acordo com Francisco das Chagas, evasão da hidrelétrica foi uma autorização nacional para o aumento de produção de energia no país.