Morre aos 66 anos Nelson Ned, o 'pequeno gigante da canção', devido a complicações de um quadro de pneumonia.
domingo, 5 de janeiro de 2014
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
O TRABALHO NÃO PARA, FAÇA CHUVA OU FAÇA SOL ASSIM É A DEFESA CIVIL DE IMPERATRIZ
NA QUINTA FEIRA A DEFESA CIVIL DE IMPERATRIZ INICIOU O CADASTRAMENTO DAS FAMÍLIAS RIBEIRINHAS, HOJE SEXTA FEIRA ENCERRAMOS A SEMANAS COM 526 CADASTROS REALIZADO, NUMERO ESSE COM RETORNOS E RESIDENCIAS SEM MORADORES, COMO SEMPRE A NOSSA EQUIPE SEMPRE SE SUPERANDO E ROMPENDO BARREIRAS, A PRIMEIRA FOTO FOI NO BAIRRO CURTUME PONTO INICIAL, A SEGUNDA FOTO BAIRRO AREIAL PONTO DE FINALIZAÇÃO DOS TRABALHOS NA SEMANA, AGORA NO FINAL DE SEMANA VAMOS ACOMPANHAR A SITUAÇÃO DO RIO E A LIMPEZA DOS ALOJAMENTOS NO PARQUE DE EXPOSIÇÃO E COMPRAS DE MATERIAIS NECESSÁRIOS PARA APRONTAR OS ALOJAMENTOS, É ASSIM QUE A DEFESA CIVIL VEM FAZENDO E FAZ DE JANEIRO A DEZEMBRO...........O TRABALHO NÃO PARA FAÇA CHUVA OU FAÇA SOL!!!!!!
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
A Defesa Civil teve atuação permanente em Imperatriz durante todo o ano (Ações preventivas tem garantido mais segurança à população)
A Superintendência Municipal de Defesa Civil tem atuação permanente em
Imperatriz, ações que vêm sendo muito bem recebidas pela população,
especialmente pelas pessoas que moram nas denominadas áreas de risco e que nos
últimos anos reconhecem maior assistência da gestão municipal por meio do
órgão.
Sobre as principais áreas de risco da cidade, o superintendente Francisco das
Chagas Silva, o Chico do Planalto, elenca os bairros do Curtume, Beira Rio,
Caema e Leandra. “Também consideramos como área de risco, todos os espaços
residenciais que estão localizados próximos aos riachos Cacau, Bacuri, do Meio,
Santa Teresa e Capivara”, afirma Chico do Planalto, ressaltando, que muitas
casas foram construídas nas margens e até mesmo nos leitos desses riachos que
transbordam com o cair das chuvas.
Prevendo as cheias do rio Tocantins que sempre acontecem no período
invernoso, uma equipe da Defesa Civil começa o trabalho de cadastramento de
todas as famílias que moram nas áreas de risco. Quantas pessoas moram na
residência, sexo, idade, se os filhos estão na escola, se tem algum doente na
família, tudo é catalogado.
De posse dessas informações, a Superintendência de Defesa Civil mantém
parceria com as Secretarias de Infraestrutura (Sinfra), de Planejamento urbano e
Meio Ambiente (Sepluma) e de Saúde (Semus) visando o atendimento dos moradores
que porventura são atingidos com as águas do rio ou dos riachos que cortam a
cidade.
Nestas ações a Superintendência de Defesa Civil conta ainda com a parceria do
3º grupamento do Corpo de Bombeiros, que colaboram com a retirada dos alagados;
bem como do 50 BIS, que também cede homens para ajudar a mudança dos atingidos,
e colaboram ainda com o transporte da mudança dos alagados.
Mas o trabalho da Defesa Civil em Imperatriz não se estende apenas às pessoas
que moram nessas regiões. Durante todo o ano, fiscais e técnicos vistoriam
postos de combustíveis e depósitos de venda de gás, por toda a cidade, para que
estes não coloquem em risco funcionários e clientes.
Em 2013, agências bancárias, bares e boates também foram fiscalizados pela
Defesa Civil, que orientou os proprietários a manterem a segurança de seus
clientes. A Avenida Beira Rio, uma das maiores áreas de lazer a céu aberto da
cidade, também foi fiscalizada recentemente pelos fiscais da Defesa Civil, que
emitiram relatório da situação e o encaminharam à promotoria de Defesa de Meio
Ambiente, representada pelo promotor, Jadilson Cerqueira.
Organização - Uma das ações, entretanto, da Defesa Civil que mais chamou a
atenção da comunidade imperatrizense foi a retirada de faixas, placas, minidoors
e outdoors afixados em locais inadequados nas principais ruas e avenidas da
cidade. De acordo com o superintendente, Chico do Planalto, essas formas de
publicidade colocavam em risco a segurança dos pedestres.
“Isso já era para ter acontecido bem antes”, afirmou o autônomo José Carlos
Costa Santos, morador da Nova Imperatriz, ressaltando que as placas e outdoors
que foram retirados comprometiam a feição urbanística da cidade. “Foi uma
atitude corajosa do Chico do Planalto, uma vez que atingiu interesses econômicos
de terceiros”, observou a estudante Maria Rosa Bandeira, moradora do bairro
Bacuri.
Ribeirinhos – Sobre o trabalho do órgão em 2013 e o risco de enchente aos
ribeirinhos, o Prefeito Sebastião Madeira afirma que a prevenção é a melhor
alternativa para resolver situações de crise.
“Quando assumi a gestão municipal indiquei à função de superintendente alguém
totalmente comprometido com a segurança coletiva, e nos últimos cinco anos a
equipe da Defesa Civil tem demonstrado total dedicação à essa questão. Assim
como nos anos anteriores, agora não vai ser diferente e nossos técnicos saíram
na frente com o monitoramento eletrônico em parceria com o grupo CESTE e na
orientação aos moradores ribeirinhos. Não só a Defesa Civil mas toda a gestão
está alerta para agir em caso de cheia e minimizar possíveis danos à
comunidade”.
Praias - segurança dos palcos, bem como da áreas destinada aos banhistas; o
funcionamento das barracas, o movimento de vendedores e a coordenação e empenho
na segurança dos banhistas também é feito pela Defesa Civil. Graças ao trabalho
e preocupação com esse quesito, nenhum incidente foi verificado nos dois
balneários de Imperatriz (Praias do Cacau e do Meio).
O superintendente destaca que além dos guardas vidas contratados pela Defesa
Civil, homens e lanchas do 3º Grupamento do Corpo de Bombeiros, homens da
Marinha do Brasil, bem como, policiais militares também contribuíram e estiveram
de prontidão no período de veraneio, deixando as famílias bem à vontade e
seguras nas duas áreas.
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
EM PLENO NATAL A DEFESA CIVIL MUNICIPAL NÃO PAROU AS AÇÕES
HOJE DIA 25 A DEFESA CIVIL MUNICIPAL PASSOU TODO O DIA ACOMPANHANDO A SITUAÇÃO E COMPORTAMENTO DO RIO TOCANTINS E DE TODA ÁREA RIBEIRINHA, A VAZÃO DA UHE DE ESTREITO ALCANÇOU MAIS DE DEZ MIL METROS CÚBICOS POR SEGUNDO, ELEVANDO O NÍVEL DO RIO PARA SEIS METROS E VINTE E CINCO CENTÍMETROS ACIMA DO NÍVEL NORMAL. A DEFESA CIVIL MUNICIPAL NÃO DESCARTA UMA POSSÍVEL NECESSIDADE DE DESLOCAÇÃO DOS MORADORES DOS CINCO BAIRROS, MAIS ANALISA DE FORMA CAUTELOSA E SEM ALARDE, COM OS PÉS NO CHÃO, NO MOMENTO O TRABALHO É APENAS DE ACOMPANHAMENTO E ORIENTAÇÕES.
DEFESA CIVIL MUNICIPAL TRABALHANDO EM TODO OS MOMENTOS
O RIO TOCANTINS NOS ÚLTIMOS DIAS VEM SOMANDO UM ACUMULO DE ÁGUA EM SEU LEITO, A DEFESA CIVIL MUNICIPAL DIARIAMENTE VEM ACOMPANHANDO TODA A MOVIMENTAÇÃO DO MESMO, ASSIM TAMBÉM BUSCANDO INFORMAÇÕES NA SALA TÉCNICA DA USINA DE ESTREITO, TODA ESSA SITUAÇÃO É OCASIONADA PELO GRANDE VOLUME DE CHUVAS NOS ESTADOS DO GOIAS, TOCANTINS E MARANHÃO.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
AS AÇÕES NÃO PARAM E NEM SE DEIXA ABATER, DEFESA CIVIL DE IMPERATRIZ EM PLENA AÇÃO
PELA QUARTA VEZ CONSECUTIVA A DEFESA CIVIL DE IMPERATRIZ SINALIZOU A CRATERA NA RUA AMAZONAS E FOI MAIS ALEM, MANUALMENTE REALIZAMOS A DERRUBADA DA CALÇADA QUAL LIGAVA SE AOS ESCOMBROS, NESSE FEITO ENTENDEMOS QUE SERÁ DEFINITIVAMENTE TIRADO QUALQUER RISCO AOS PEDESTRES OU A QUEM SE AVENTURAR PASSEAR NAS PROXIMIDADE.
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
PONTE DE CONCRETO SERÁ CONSTRUÍDA NA RUA AMAZONAS (Depois de concluído o projeto passará pela licitação, que vai de 40 a 60 dias, para que possa receber a ordem de serviço)
Na madrugada de quarta-feira (11) mais de 80 milímetros de chuva ocasionaram a abertura de uma cratera na rua Amazonas, deixando o local intrafegável. De acordo com a Defesa Civil, o projeto para a construção de uma ponte já está em andamento e as obras devem levar em média 60 dias para serem iniciadas.
Segundo o superintendente da Defesa Civil, Francisco das Chagas, será proibido qualquer tipo de trânsito naquela via porque a área está rompendo a cada instante. Ele acrescenta ainda, que para iniciar a construção da ponte será necessário realizar a demolição de duas casas e dois muros. “Notificamos a casa da esquerda e a da direita, próximas às margens da área que terá de ser demolida, para que a ponte seja construída”, explica.
Os proprietários dos dois muros deverão demoli-los em um prazo de 10 dias. As casas passarão por um processo administrativo para que as famílias possam ser ressarcidas em seus direitos. Francisco afirma que o início da obra “vai demorar porque lá não pode ser decretado estado de emergência porque tem outras saídas. O processo normal de licitação tem de ser cumprido”, esclarece.
Depois de concluído, o projeto passará pela licitação, que vai de 40 a 60 dias, para que possa receber a ordem de serviço. A construção da ponte na rua Amazonas pode ser iniciada dentro do prazo de dois meses.
Por Evanilde Miranda (DO MINUTO)
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