sábado, 27 de setembro de 2014

VIGILANTE DO IFMA E MORADOR DO CONJUNTO PLANALTO É ASSASSINADO


Por volta das 17 horas de sábado (27) o vigilante do IFMA Antonio de Oliveira Pereira foi assassinado com arma de fogo por um elemento, segundo informações o assassino pediu para usar o banheiro e ao retornar atirou no vigilante pela as costa, o acertado o pescoço. 



O vigilante morreu na hora e a arma do mesmo foi levada pelo o assassino, a vitima reside no conjunto Planalto II na Maria Helena Coutinho onde o corpo estar sendo velado. 

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

COM MUITO PESAR QUE INFORMAMOS O FALECIMENTO DO LULA ALMEIDA


IMPERATRIZ-  Vítima de complicações pulmonares morreu na noite desta segunda-feira (22),  na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Santa Monica, o secretário de Governo e Projetos Especiais do Município de Imperatriz, Lula Almeida, 50 anos.
Lula  já havia feito um transplante renal e há mais de um ano vinha tendo complicações de saúde.
Formado em Direito, Lula Almeida, também, era empresário, sócio-fundador da Unidade de Ensino Superior do Sul do Maranhão (Unisulma).
Na área comunitária atuou como líder no conjunto Planalto I & II e na politica ele teve uma atuação destacada como filiado do Partido Socialista Brasileiro (PSB) e do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Ele foi suplente e nessa condição acabou por assumir uma vaga na Câmara de Vereadores de Imperatriz e na Assembleia Legislativa do Maranhão.
No Governo de José Reinaldo Tavares, Lula Almeida foi secretário estadual de Desenvolvimento Social e, ainda, secretário de Economia Solidária.
Natural da cidade de Itororó (BA), Lula Almeida morava em Imperatriz há 30 anos, onde formou-se em advocacia, com especialidade em Direito Público e Metodologia do Ensino Superior.
No currículo dele consta, ainda, atuação como professor de História e assessor jurídico em mais de 20 municípios da Região Tocantina.
Lula era  casado com a assistente social e bacharela em Direito Tânia Almeida, Lula era pai de quatro filhos.

sábado, 20 de setembro de 2014

A CAPITAL DO MARANHÃO SÃO LUIS EM CHAMAS (Presidente do Sindicato dos Rodoviários confirma mais ônibus incendiados)

Por medida de segurança a categoria resolveu recolher os coletivos

O presidente do Sindicato dos Rodoviários de São Luís, Gilson Coimbra confirmou que quatro ônibus até o momento foram incênciados em São Luís, neste sábado (20).
 
O primeiro coletivo foi atacado por criminosos na comunidade Alto do Pinho, no bairro Anil, o coletivo fazia a linha Pão de Açúcar, o segundo foi no bairro Bom Jesus região do Coroadinho e outros dois ônibus foram queimados na garagem da empresa Viação Abreu na Cidade Operária, próximo da Universidade Estadual do Maranhão.

PT DA BAHIA DESVIOU MILHÕES DE PROGRAMA HABITACIONAL (Dona de ONG revela como funcionava esquema que irrigou o caixa eleitoral do partido e beneficiou um senador, dois deputados federais, o atual candidato a governador e um ex-ministro do governo Dilma)

O candidato do PT ao governo da Bahia, Rui Costa, um dos políticos envolvidos no esquema alimentado pela ONG Instituto Brasil:

Desde 2010, o Ministério Público investiga o Instituto Brasil, uma ONG criada pelos petistas da Bahia. Em 2008, a entidade foi escolhida pelo governo do estado para construir 1 120 casas populares destinadas a famílias de baixa renda. Os recursos, 17,9 milhões de reais, saíram do Fundo de Combate à Pobreza. Os investigadores já tinham reunido provas de que parte do dinheiro desaparecera, mas não havia nada além de suspeitas sobre o destino final dele. O mistério pode estar perto do fim. Em entrevista a VEJA, a presidente do instituto, Dalva Sele Paiva, revela que a entidade foi criada para ajudar a financiar o caixa eleitoral do PT na Bahia, um esquema que funcionou por quase uma década com dinheiro desviado de “projetos sociais” das administrações petistas. A engrenagem chegou a movimentar, segundo ela, 50 milhões de reais desde 2004. O golpe era sempre o mesmo: o Instituto Brasil recebia os recursos, simulava a prestação do serviço e carreava o dinheiro para os candidatos do partido. Como os convênios eram assinados com as administrações petistas, cabia aos próprios petistas a tarefa de fiscalizar. Assim, se o acordo pagava pela construção de 1 000 casas, por exemplo, o instituto erguia apenas 100. O dinheiro que sobrava era rateado entre os políticos do partido.   

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

DILMA SE ENROLA E COBRA ‘COMPROMISSO COM AQUELES QUE DESVIAM DINHEIRO PÚBLICO’

A candidata à presidência da República, Dilma Rousseff (PT), faz campanha na praça do Pacificador, em Duque de Caxias na Grande Rio, na noite desta sexta-feira (19) (Glaucon Fernandes/Eleven/Folhapress/Folhapress)

Não é novidade a dificuldade de Dilma Rousseff com discursos e entrevistas. Nesta sexta-feira, a presidente-candidata voltou a se enrolar: questionada sobre o escândalo de desvio de verbas públicas na Petrobras, delatado pelo ex-diretor Paulo Roberto Costa, Dilma falou em “compromisso com aqueles que desviam dinheiro público”. Depois, completou a frase para se corrigir: “no combate a eles”. O discurso foi feito na noite desta sexta-feira, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Como se a gestão dela não estivesse sob questionamento pelas revelações do megaesquema de corrupção, com participação da base aliada no Congresso e de governadores, Dilma continuou a pregação contra os desvios de conduta.

 “Não é possível que no Brasil tenhamos pessoas que queiram viver com os recursos que não são deles, que são do povo brasileiro. Tenho certeza que iremos construir o país dos nossos sonhos”, afirmou. (Daniel Haidar, de Duque de Caxias)

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Delator silencia em depoimento à CPI da Petrobras "Paulo Roberto Costa, delator do petrolão, se recusou a prestar depoimento para não comprometer o acordo de delação premiada que poderá atenuar sua pena" (OS PTRALHAS ESTÃO APAVORADOS)

Marcela Mattos, de Brasília

Paulo Roberto Costa, o homem que fez Brasília acordar apreensiva nesta quarta-feira, não dará nenhuma declaração em depoimento á CPI mista da Petrobras. O ex-diretor da estatal foi conduzido pela Polícia Federal ao Congresso Nacional, mas afirmou aos integrantes da comissão de inquérito que usará o direito de permanecer calado – e evitar produzir provas contra si.
Preso no Paraná, o ex-executivo da estatal, cujos passos assombram o Palácio do Planalto e uma constelação de políticos, foi levado ao Congresso por determinação da Justiça. Por não ser acusado de praticar crimes com violência ou ameaça grave na Operação Lava Jato, Paulo Roberto Costa não foi algemado
Questionado pelo presidente da CPI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), o ex-diretor da estatal antecipou: “Vou me reservar ao direito de ficar calado”. Ainda assim, o executivo permitiu que a sessão transcorresse a portas abertas.
O silêncio de Paulo Roberto Costa é estratégico: ele pretende evitar perder o direito ao benefício da delação premiada, conforme alertou o procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Segundo a PGR, a quebra de sigilo das informações prestadas à Justiça implicaria em rompimento do acordo da delação, o que anularia as chances de o executivo ter um regime penal mais leve ou o perdão judicial.  

sábado, 13 de setembro de 2014

PARA EVITAR QUE SEJA ENTREGUE O NOME DO CHEFÃO DA ROUBALHEIRA NA PETROBRÁS, O PT TA PAGANDO GRANA ALTA

Para evitar que o partido e suas principais lideranças sejam arrastados ao epicentro do escândalo da Petrobras às vésperas da eleição, a legenda comprou o silêncio de um grupo de criminosos — e pagou em dólar

O PODER E O CRIME - Enivaldo Quadrado (à direita), o chantagista, é pago pelo PT para manter em segredo o golpe que resultou no desvio de 6 milhões de reais da Petrobras, em outro caso de chantagem que envolve o ministro Gilberto Carvalho, o mensaleiro José Dirceu e o ex-presidente Lula (Montagem com fotos de Ailton de Freitas-Ag. O Globo/Joel Rodrigues-Folhapress/Rodolfo Buhrer-Estadão Conteúdo/Jeferson Coppola/VEJA)

Desde que estourou o escândalo da Petrobras, o PT é vítima de uma chantagem. De posse de um documento e informações que comprovam a participação dos principais líderes petistas num desfalque milionário nos cofres da estatal, chantagistas procuraram a direção do PT e ameaçaram contar o que sabiam sobre o golpe caso não fossem devidamente remunerados. Às vésperas da corrida presidencial, essas revelações levariam nomes importantes do partido para o epicentro do escândalo, entre eles o ex-presidente Lula e o ministro Gilberto Carvalho, um dos coordenadores da campanha de Dilma Rousseff, e ressuscitariam velhos fantasmas do mensalão. No cenário menos otimista, os segredos dos criminosos, se revelados, prenunciariam uma tragédia eleitoral. Tudo o que o PT quer evitar. Dirigentes do partido avaliaram os riscos e decidiram que o melhor era ceder aos chantagistas — e assim foi feito, com uma pilha de dólares.
O PT conhece como poucos o que o dinheiro sujo é capaz de comprar. Com ele, subornou parlamentares no primeiro mandato de Lula e, quando descoberto o mensalão, tentou comprar o silêncio do operador do esquema, Marcos Valério. Ao pressentir a sua condenação à prisão, o próprio Valério deu mais detalhes dessa relação de fidelidade entre o partido e os recursos surrupiados dos contribuintes. Em depoimento ao Ministério Público, ele afirmou que o PT usou a Petrobras para levantar 6 milhões de reais e pagar um empresário que ameaçava envolver Lula, Gilberto Carvalho e o mensaleiro preso José Dirceu na teia criminosa que resultou no assassinato, em 2001, do petista Celso Daniel, então prefeito de Santo André. A denúncia de Valério não prosperou. Faltavam provas a ela. Não faltam mais. Os dólares serviram para silenciar o chantagista Enivaldo Quadrado, ele próprio participante da engenharia financeira do golpe contra os cofres da maior estatal brasileira — e agora o personagem principal de mais uma trama que envolve poder e dinheiro.
Quadrado deu um ultimato ao tesoureiro do PT, João Vacari Neto: ou era devidamente remunerado ou daria à polícia os detalhes de documento apreendido no escritório do doleiro Alberto Youssef. O documento era um contrato de empréstimo entre a 2 S Participações, de Marcos Valério, e a Expresso Nova Santo André, de Ronan Maria Pinto. O valor desse contrato é de 6 milhões de reais, exatamente a quantia que Valério dissera ao MP que o PT levantara na Petrobras para abafar o escândalo em Santo André. É esse o contrato que prova a denúncia de Valério. É esse o contrato que, em posse de Quadrado, permitia ao chantagista deitar e rolar sobre os petistas.