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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

PRAÇA DA JUVENTUDE ESTÁ SENDO LICITADA PELA PREFEITURA DE IMPERATRIZ

A Prefeitura Municipal de Imperatriz, por intermédio da Comissão Permanente de Licitação (CPL), abriu na última segunda-feira (10) a Concorrência Pública 008/2010 e Concorrência Pública 010/2011.A primeira tem como objeto, a contratação de empresa especializada em engenharia para construção da Praça Juventude, na Rodovia Pedro Neiva de Santana, estrada/avenida que liga Imperatriz a João Lisboa.O edital e seus anexos estiveram à disposição das empresas interessadas por alguns dias, na sede da CPL, no Edifício Shopping Imperatriz, II Piso – Tapajós.A segunda Concorrência Pública tem como objeto a contratação de empresa especializada em serviço de engenharia, visando a recuperação e revitalização da Avenida Beira Rio. O tipo de ambas as licitações é do menor preço global.A Praça da Juventude, de acordo com o secretário de Infraestrutura, Roberto Alencar, é fruto de emenda parlamentar prevista no Orçamento da União. “Portanto, a construção dessa bela praça de esportes é uma realidade”.O secretário informa, também, que as obras de recuperação e revitalização da Avenida Beira Rio, Praça Viva Beira Rio e anexos, serão custeadas com recursos da Prefeitura Municipal de Imperatriz, em parceria com o Governo do Estado.Por enquanto, tanto a Avenida Beira, quanto as duas lagoas que se transformaram no cartão postal de Imperatriz, vêm recebendo os cuidados especiais de funcionários da Secretaria de Infraestrutura até que o serviço de revitalização seja iniciado.

'FOI COMO SE O MUNDO TIVESSE DESABADO', DIZ COLLOR SOBRE RENÚNCIA

Primeiro presidente eleito pelo voto direto no Brasil após o regime militar, Fernando Collor de Mello afirmou à Globo News, na segunda entrevista da série "Profissão:ex-presidente", exibida na noite desta terça-feira (11), que, ao deixar a Presidência, em 1992, foi como se o mundo tivesse "desabado". Collor deixou o cargo diante de uma série de escândalos de corrupção.
"Você, de um presidente eleito pelo voto popular, de um momento para outro, se ver afastado do poder da maneira como eu fui, muito mais que traumático, foi algo como se o mundo tivesse desabado sobre as minhas costas. Foi um período muito difícil. Foi uma travessia longa, penosa, dolorosa", afirmou ao jornalista Carlos Monforte.
Collor, que é senador (PTB-AL), disse que não tinha previsão de voltar ao cenário político após deixar a Presidência, mas a pressão feita por algumas pessoas teriam auxiliado na decisão: "Você dorme com aquilo na cabeça e no dia seguinte, quando acorda, diz: "Vou ser candidato"", contou o ex-presidente.
Segundo Collor, o dia de maior tristeza da sua vida foi quando ele deixou o Palácio do Planalto, em 1992.
O ex-presidente contou que pediu ao piloto que o levava para a Casa da Dinda para sobrevoar uma escola de educação infantil na cidade de Santa Maria (DF), mas o piloto disse que não poderia fazer a alteração na rota por falta de combustível.
" Eu continuava presidente, mas afastado temporariamente das funções. Mas quando ele disse isso, eu falei: 'Esse aí, seguramente, tem certeza que eu não volto, porque se eu voltar ...'", disse.
Para o ex-presidente, seu maior erro durante o período em que esteve na Presidência foi a falta de integração com o Congresso. "A falta de integração minha com o Congresso foi realmente o ponto fulcral para que, o que eu digo, o golpe parlamentar pudesse ter sido efetivado nos idos de 92."