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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

APÓS TRÉGUA ELEITORAL, MST INVADE FAZENDA EM SP

Na primeira ação no Estado de São Paulo após a trégua das eleições, 30 integrantes do Movimento dos Sem-Terra (MST) invadiram ontem 206 hectares da antiga fazenda Faxinal, em Bauru (SP), segundo a Polícia Militar (PM). A área, desmembrada de uma porção maior, é considerada média propriedade produtiva, conforme certidão do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
A advogada Lívia Fernandes Ferreira, que representa o proprietário, entrou com pedido de reintegração de posse no Fórum de Bauru. Segundo ela, a fazenda tem criação de gado e áreas de cultura. Os sem-terra são provenientes do Assentamento Aimorés, no município de Pederneiras, administrado pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
A coordenação estadual do MST informou que o grupo não pertenceria ao movimento. A PM, no entanto, constatou que os sem-terra usavam bonés e bandeiras do MST. A propriedade já tinha sido invadida este ano durante o chamado "abril vermelho" - a jornada de lutas do movimento.
Naquela ocasião, a Justiça determinou o despejo dos invasores. De acordo com o presidente do Sindicato Rural de Bauru, Maurício Lima Verde, o MST está recrutando militantes com a promessa de lotes de terra em bairros da periferia da cidade, como as vilas São Paulo e Esperança. Ele teme uma onda de invasões na região.

TRIO DE FERRO

A vaidade e o orgulho, esses dois gigantes da imoralidade, filhos diletos do egoísmo, combinados proporcionalmente com a inveja, formam um trio de ferro corrosivo, uma espécie de três mosqueteiros às avessas. Um triunvirato repugnante e nauseabundo, espécie de tríade repulsiva e sinistra.

Se nos consideramos mais merecedores do que o próximo que tenha aquele belo carro do ano, imaginando que seria mais “justo” que aquele objeto fosse de nossa propriedade, essa fantasia traz consigo um ranço de origem, proporcionado pela inveja.

Em função desse sentimento mesquinho, muitos grupos se dividem (aliás, os grupos crescem mais por divisão do que por uma multiplicação previamente planejada) na busca tresloucada de espaços de trabalho, na direção de determinadas atividades, no exercício do poder. É muito comum vermos subgrupos dentro de um mesmo grupo, a popular panelinha, um tipo de trincheira, um gueto mesmo, que se arma contra os que conquistaram, ao longo do tempo, o seu espaço por mérito moral e intelectual.

Esses grupelhos promovem fofocas, queimam pessoas, malham as legítimas lideranças como se fossem Judas, desmerecem o trabalho realizado e promovem intrigas. Tudo por inveja. Não há dor de cotovelo que suporte o sucesso alheio. É por isso que a cobiça, a avidez desmesurada e destrutiva proporcionam um quadro de morbidez e infelicidade para aquele que se alimenta desse sentimento maligno.

SAÚDE DE IMPERATRIZ

O superintendente municipal do Sistema de Regulação Municipal (Sisreg), Irisnaldo Félix, explicou ontem, em entrevista à imprensa, que o acúmulo de usuários do Sistema Único de Saúde no Posto de Saúde Três Poderes foi devido à demanda reprimida dos recentes feriados.
Esclareceu ainda que não havia necessidade da “corrida” para os Três Poderes, já que os postos de saúde da Vila Nova, Vila Lobão, Cafeteira, Santa Rita, Nova Imperatriz e Milton Lopes já contam com sistema de marcação de exames e consultas de rotina, como sangue, urina, fezes, e raio-X, que correspondem a 80% da demanda de quem esteve nos Três Poderes na manhã de ontem.
“Não existe necessidade dos usuários se acumularem nos Três Poderes. Esse serviço foi descentralizado para os maiores postos de saúde do município”, informou o médico, que acrescentou que no Três Poderes só serão marcados ou agendados os exames de alta complexidade, sendo que os de rotina serão agendados nos postos de saúde anunciados.
No caso dos exames mais complexos, Irisnaldo Félix informa que, para evitar filas, cada procedimento passará a ter um dia fixo na semana para ser marcado. “O usuário vai receber uma senha com o dia e hora marcados para a autorização”.
Na mesma entrevista, o superintendente de regulação informou que com o objetivo de melhorar a marcação de exames e consultas a Prefeitura já começou a implantar na cidade o Sisreg, sistema on line, criado pelo Governo Federal para o gerenciamento de todo o complexo regulatório indo da rede básica à internação hospitalar, visando a humanização dos serviços, maior controle do fluxo e otimização na utilização dos recursos.
Conforme Irisnaldo, a descentralização da marcação de exames e consulta nos seis postos de saúde do município já faz parte da implantação desse sistema. O próximo passo para implantação desse sistema será com relação às internações hospitalares.
Por esse sistema, explica o superintendente, quando as cidades pactuadas com Imperatriz precisarem de alguma internação, obrigatoriamente terão que informar o Sisreg. Dessa forma, quando o paciente chegar, já saberá até o nome do médico que o atenderá.

ACUSADA DE LIGAÇÃO COM ESQUEMA DEIXA EQUIPE DE TRANSIÇÃO DE DILMA

A advogada Christiane Araújo de Oliveira, que responde a processo na Justiça por suposto envolvimento com a máfia dos sanguessugas, entregou nesta quinta-feira (11) pedido de exoneração da equipe de transição do governo, segundo informou a assessoria da equipe.
O nome dela foi publicado, juntamente com outros 12, no "Diário Oficial da União" de quarta-feira (10). Ao todo, foram oficialmente designados 25 integrantes da equipe nesta semana.
De acordo com a assessoria da equipe de transição, o pedido de exoneração foi aceito e será publicado na sexta-feira (12) no "Diário Oficial".
O esquema conhecido como máfia dos sanguessugas foi descoberto em 2006. Consistia no direcionamento de licitações para a compra de ambulâncias por prefeituras com dinheiro de emendas parlamentares, supostamente em troca de pagamento de propina para congressistas. Christiane de Oliveira foi denunciada em 2008 pelo Ministério Público Federal sob acusação de envolvimento no esquema.
Em entrevista ao jornal "Folha de S.Paulo", Chirtiane Araújo disse que sua nomeação se deveu ao apoio que o pai, um pastor evangélico cujo nome não citou, prestou à campanha de Dilma. A advogada disse que tem "a consciência tranquila" sobre o processo dos sanguessugas e que não cometeu irregularidades. "Não fui condenada em nada".