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domingo, 12 de setembro de 2010

“MEU DESEJO É ASFALTAR TODOS OS BAIRROS”, DIZ MADEIRA

O grande desejo do prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira, é asfaltar praticamente todas as ruas e avenidas dos bairros e até de alguns povoados, mas devido a escassez de recursos o governo municipal deverá priorizar o programa de pavimentação das principais vias nos bairros da cidade.
Ele informou que, após terem sido pavimentadas as principais ruas e avenidas da área central da cidade, o programa de asfaltamento começou a ser levado aos bairros da grande Imperatriz. O município concluiu nessa semana a pavimentação de um trecho de 350 metros da rua Minas Gerais, no Jardim São Luís, fundo com o New Anápolis Hotel, via que estava intransitável e era utilizada como “depósito de lixo” e de esconderijo para marginais.
A Secretaria Municipal de Infraestrutura (Sinfra), em parceria com a iniciativa privada, também trabalha na pavimentação asfáltica da rua Hermes da Fonseca, no trecho da rodovia BR-010, no Entroncamento até a rua Duque de Caxias, na Vila Lobão. A nova rua será uma alternativa para os motoristas que desejam chegar na Vila Lobão e nos bairros Vila Redenção I e II.
Ele anunciou ainda que nesta segunda etapa serão beneficiados os moradores das ruas Padre Cícero, no grande Santa Rita; Rui Barbosa, nas vilas Lobão e Redenção; Avenida Dorgival Pinheiro de Sousa, na Vila Lobão, e a rua Euclides da Cunha, no bairro Vila Lobão.
O prefeito Madeira também informou que a pavimentação asfáltica beneficiará ruas do bairro Nova Imperatriz, inclusive a Sousa Lima, que necessita de uma complementação de aproximadamente seiscentos metros. “Vamos asfaltar ainda outros pequenos trechos das ruas do bairro Nova Imperatriz”, garantiu.
O secretário Roberto Alencar, da Infraestrutura, ressaltou ainda que o município está investindo na revitalização da iluminação pública das ruas e avenidas que receberam nova camada asfáltica, assim como em diversos bairros da grande Imperatriz. “Temos levado essa ação em todos os bairros, basta o cidadão solicitar à prefeitura que estamos, conforme o cronograma, atendendo aos pleitos referentes à iluminação pública”, disse.
Ele citou ainda que o prefeito Madeira concentra esforços no sentido de reformar e construir novas pontes em concreto armado e de madeira nos bairros da cidade, assim como está fazendo na rua Carajás, no bairro Jardim São Luís. (Comunicação)

Um comentário:

  1. DENÚNCIA: SÍTIO CALDEIRÃO, O ARAGUAIA DO CEARÁ – UMA HISTÓRIA QUE NINGUÉM CONHECE PORQUE JAMAIS FOI CONTADA

    “As Vítimas do Massacre do Sítio Caldeirão
    têm direito inalienável à Verdade, Memória,
    História e Justiça!” Otoniel Ajala Dourado

    O MASSACRE DELETADO DOS LIVROS DE HISTÓRIA

    No município de CRATO, interior do CEARÁ, BRASIL, houve um crime idêntico ao do “Araguaia”, foi a CHACINA praticada pelo Exército e Polícia Militar em 10.05.1937, contra a comunidade de camponeses católicos do SÍTIO DA SANTA CRUZ DO DESERTO ou SÍTIO CALDEIRÃO, cujo líder religioso era o beato “JOSÉ LOURENÇO GOMES DA SILVA”, paraibano negro de Pilões de Dentro, seguidor do padre CÍCERO ROMÃO BATISTA, encarados como “socialistas periculosos”.

    O CRIME DE LESA HUMANIDADE

    O crime iniciou-se com um bombardeio aéreo, e depois, no solo, os militares usando armas diversas, como metralhadoras, fuzis, revólveres, pistolas, facas e facões, assassinaram na “MATA CAVALOS”, SERRA DO CRUZEIRO, mulheres, crianças, adolescentes, idosos, doentes e todo o ser vivo que estivesse ao alcance de suas armas, agindo como juízes e algozes. Meses após, JOSÉ GERALDO DA CRUZ, ex-prefeito de Juazeiro do Norte/CE, encontrou num local da Chapada do Araripe, 16 crânios de crianças.

    A AÇÃO CIVIL PÚBLICA PROPOSTA PELA SOS DIREITOS HUMANOS

    Como o crime praticado pelo Exército e Polícia Militar do Ceará é de LESA HUMANIDADE / GENOCÍDIO é IMPRESCRITÍVEL conforme legislação brasileira e Acordos e Convenções internacionais, a SOS DIREITOS HUMANOS, ONG com sede em Fortaleza – CE, ajuizou em 2008 uma Ação Civil Pública na Justiça Federal contra a União Federal e o Estado do Ceará, requerendo: a) que seja informada a localização da COVA COLETIVA, b) a exumação dos restos mortais, sua identificação através de DNA e enterro digno para as vítimas, c) liberação dos documentos sobre a chacina e sua inclusão na história oficial brasileira, d) indenização aos descendentes das vítimas e sobreviventes no valor de R$500 mil reais, e) outros pedidos

    A EXTINÇÃO SEM JULGAMENTO DE MÉRITO DA AÇÃO

    A Ação Civil Pública foi distribuída para o Juiz substituto da 1ª Vara Federal em Fortaleza/CE e depois, para a 16ª Vara Federal em Juazeiro do Norte/CE, e lá em 16.09.2009, extinta sem julgamento do mérito, a pedido do MPF.

    RAZÕES DO RECURSO DA SOS DIREITOS HUMANOS PERANTE O TRF5

    A SOS DIREITOS HUMANOS apelou para o Tribunal Regional da 5ª Região em Recife/PE, argumentando que: a) não há prescrição porque o massacre do SÍTIO CALDEIRÃO é um crime de LESA HUMANIDADE, b) os restos mortais das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO não desapareceram da Chapada do Araripe a exemplo da família do CZAR ROMANOV, que foi morta no ano de 1918 e a ossada encontrada nos anos de 1991 e 2007;

    A SOS DIREITOS HUMANOS DENUNCIA O BRASIL PERANTE A OEA

    A SOS DIREITOS HUMANOS, como os familiares das vítimas da GUERRILHA DO ARAGUAIA, denunciou no ano de 2009, o governo brasileiro na Organização dos Estados Americanos – OEA, pelo DESAPARECIMENTO FORÇADO de 1000 pessoas do SÍTIO CALDEIRÃO.

    QUEM PODE ENCONTRAR A COVA COLETIVA

    A “URCA” e a “UFC” com seu RADAR DE PENETRAÇÃO NO SOLO (GPR) podem localizar a cova coletiva, mas não o fazem porque para elas, os fósseis de peixes do “GEOPARK ARARIPE” são mais importantes que as vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO.

    A COMISSÃO DA VERDADE

    A SOS DIREITOS HUMANOS em julho de 2010 passou a receber apoio da OAB/CE pelo presidente da entidade Dr. Valdetário Monteiro, nas buscas da COVA COLETIVA das vítimas do Sítio Caldeirão, e continua pedindo aos internautas divulguem a notícia, bem como a envie para seus representantes no Legislativo, solicitando um pronunciamento exigindo do Governo Federal a localização da COVA COLETIVA das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO.

    Paz e Solidariedade,

    Dr. Otoniel Ajala Dourado
    OAB/CE 9288 – 85 8613.1197
    Presidente da SOS – DIREITOS HUMANOS
    Editor-Chefe da Revista SOS DIREITOS HUMANOS
    Membro da CDAA da OAB/CE
    www.sosdireitoshumanos.org.br
    sosdireitoshumanos@ig.com.br
    http://revistasosdireitoshumanos.blogspot.com

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