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terça-feira, 30 de julho de 2013

CORPO DE BOMBEIROS E DEFESA CIVIL REALIZAM VISTORIAM NO FREI EPIFÂNIO

Em uma parceria entre o 3º Grupamento de Incêndio dos Bombeiros Militares de Imperatriz e Defesa Civil, foi realizada, na manhã dessa segunda-feira (29), vistoria no Estádio Municipal Frei Epifânio da Badia.

A finalidade do trabalho é verificar as reais condições de segurança para que seja emitido um relatório que será enviado aos órgãos competentes sobre as condições físicas e possíveis irregularidades do estádio.
O comandante do 3º GBM, Tenente Coronel Wibirajá Figueredo, disse que na última vistoria, realizada em maio, 18 pontos de irregularidades na questão da segurança foram detectados no Frei Epifânio. Na ocasião, foi expedida pelo Corpo de Bombeiros uma licença provisória de três meses, que venceu no dia 4 de julho. Em função das irregularidades encontradas anteriormente é que o Corpo de Bombeiros interditou o estádio para qualquer tipo de evento. E essa interdição foi reforçada nessa segunda-feira.

Wibirajá Figueiredo disse que as correções terão de ser feitas, porque somente assim os novos laudos poderão ser emitidos. “Vamos fazer um relatório que será encaminhado aos órgãos competentes solicitando as correções. Várias irregularidades foram encontradas, saídas de emergência, extintores de extinção sem pressão e não estão funcionando, falta de acesso para cadeirantes, elevadores danificados, entre outras”, adiantou Figueiredo.

Segundo o superintendente da Defesa Civil, Francisco das Chagas Silva, o Chico do Planalto, a situação do estádio não é falta de reforma ou de manutenção, mas de finalização da obra. Segundo ele, vários erros foram cometidos pela construtora responsável pela obra.

Até infiltrações foram encontradas na vistoria feita ontem. A situação não é nada boa e os dois clubes profissionais de Imperatriz, Cavalo de Aço e JV Lideral, serão os prejudicados.

As obras de reformas do estádio municipal Frei Epifânio foram entregues em abril de 2010. Portanto, tem apenas três anos. Como tem uma garantia de cinco anos, quem deverá realizar as correções é a empresa contratada para as reformas.

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